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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Newsletter Conib - 16-09-10

Conib destaca
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. CONIB promove encontro hoje com Serra e Alckmin


A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) encerra hoje com José Serra e Geraldo Alckmin a série de encontros que vem promovendo desde agosto com candidatos à Presidência da República, a fim de contribuir para o aprofundamento do debate sobre os rumos de nosso País. O terceiro e último encontro da série, promovida em parceria com a Federação Israelita do Estado de São Paulo, será às 20h, com José Serra e Geraldo Alckmin, candidatos do PSDB, respectivamente, à presidência do Brasil e ao governo do Estado de São Paulo. O encontro será no bairro do Pacaembu, tendo por anfitriões Paola e Vivian de Picciotto (Por Cesar Giobbi). Leia mais em:
Brazilian Jews meet presidential front-runner

2. Em novo dia de diálogo, Hamas ataca

Sons de guerra em Gaza, conversas de paz em Jerusalém. Enquanto prosseguiam as negociações entre israelenses e palestinos, ao menos 11 foguetes foram disparados ontem da faixa de Gaza contra Israel, sem deixar feridos. Segundo o Exército israelense, dois deles eram bombas de fósforo branco. Foi o maior número de disparos num único dia contra o território israelense desde 2009, quando Israel lançou uma grande ofensiva em Gaza para conter os foguetes (Por Marcelo Ninio, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Militantes palestinos lançam bombas de fósforo branco contra Israel, diz Exército
'We used phosphorus fired in Gaza war'

3. Aznar: paz depende do reconhecimento do Estado de Israel


O ex-chefe de governo espanhol Jose Maria Aznar advertiu que para que a paz prevaleça no Oriente Médio é necessário que Israel seja reconhecido como Estado judeu. “É muito difícil alcançar a paz se a outra parte com quem estamos negociando nega a nossa existência”, disse Aznar ao apresentar ao congresso americano a sua ONG “Amigos de Israel”. Aznar disse que deseja o sucesso das negociações de paz, mas advertiu que as conversações dificilmente terão êxito se Israel não for reconhecido como Estado judeu. “Garantir a segurança de Israel é absolutamente indispensável para efetivar o plano de dois Estados com o qual estamos todos de acordo”, disse ele (Aurora).

4. Abbas ameaça deixar negociações se Israel retomar construção de colônias


O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abbas, ameaçou abandonar as negociações de paz caso Israel decida retomar a expansão de assentamentos na Cisjordânia, segundo revelou um funcionário do governo palestino citado pelo jornal israelense Yediot Ahronot. A informação, ainda sem confirmação oficial, foi divulgada pouco depois de o enviado especial dos Estados Unidos ao Oriente Médio, George Mitchell, manifestar otimismo com as negociações diretas entre Abbas e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Segundo a fonte, Netanyahu teria dito a Abbas na reunião de ontem em Jerusalém que a construção dos assentamentos judaicos continuará. O líder palestino teria respondido, então, que se isso acontecer as negociações estarão encerradas (estadao.com). Leia mais em:
Abbas: No alternative to peace talks, we will continue efforts
Netanyahu e Abbas tentam romper impasse sobre assentamentos

5. EUA propõem mais três meses de moratória de assentamentos, diz jornal


Os EUA sugeriram a Israel que extenda por mais três meses a moratória sobre a expansão dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, segundo revelou o jornal árabe baseado em Londres Asharq al-Awsat. De acordo com o jornal, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, teria concordado com a proposta americana. Netanyahu ainda não se pronunciou sobre a proposta. O gabinete do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, informou ao jornal Haaretz que a política do governo é a de não comentar sobre o andamento das negociações, mas destacou que a posição do primeiro-ministro sobre os assentamentos não mudou (estadao.com).

6. Hillary vê diálogo construtivo no Oriente Médio


A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que as negociações entre israelenses e palestinos têm progredido de maneira construtiva. "Eu diria que estamos num caminho construtivo, e isso tem sido muito tranquilizador para nós", disse ela em entrevista ao canal ABC News. Hillary disse que os EUA esperam de Israel a prorrogação na moratória parcial da construção de casas em assentamentos judaicos da Cisjordânia. A moratória inicial, de dez meses, expira no dia 26 de setembro (Reuters). Leia mais em:
Hillary promete que trabalhará para criar Estado palestino
UE pedirá que Israel estenda moratória em assentamentos

7. Enviado americano anuncia avanço na questão dos assentamentos judaicos


O governo americano garantiu que há progressos no diálogo de paz entre israelenses e palestinos. George Mitchell, enviado da Casa Branca para o Oriente Médio, disse a jornalistas em Jerusalém que o premiê de Israel, Binyamin "Bibi" Netanyahu, e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, discutiram "todos os temas centrais do conflito". Mas ele manteve a lei do silêncio sobre o conteúdo exato das negociações. Palestinos e israelenses voltaram a se encontrar ontem, desta vez em Jerusalém, na residência oficial de Netanyahu. Um dia antes, os dois lados haviam se reunido no balneário de Sharm el-Sheikh, no Egito. Sobre a extensão da moratória em assentamentos israelenses na Cisjordânia, principal entrave para o diálogo de paz, Mitchell deu sinais de otimismo. "Esse tema foi discutido esta noite (...) e acredito que estamos fazendo progresso", afirmou após o encontro de duas horas entre os líderes de Israel e dos palestinos (Por Nathalia Watkins, O Estado de S.Paulo).

8. “No avião de ‘Bibi’, críticas aos palestinos e sanduíche de pastrame”


Um cortina presa com fita adesiva separava o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, do resto dos passageiros no voo que o levou a cúpula de Sharm el Sheikh. O improviso e o poder de adaptação se repetem em todos os deslocamentos de "Bibi" pelo mundo, já que o Estado de Israel não possui aviões próprios para o transporte de autoridades. Em cada viagem internacional do premiê, organiza-se uma licitação e a empresa aérea israelense que oferece o menor preço se encarrega do serviço. O premiê falou brevemente em hebraico e em inglês de suas expectativas positivas sobre o dialogo com os palestinos, tentando ser cortês mas firme, enquanto jornalistas de diferentes nacionalidades escalavam os assentos para tentar ouvi-lo. Apesar do clima leve, com abertura para tiradas de bom humor, assessores do premiê não esconderam sua insatisfação com as declarações "inflamadas" feitas por autoridades palestinas nos dias que antecederam a cúpula. "Foi essa atitude de 'tudo ou nada' que levou a estagnação no passado", disse um deles. No voo de volta, o premiê não repetiu a conversa, mas os sanduíches e a segurança foram os mesmos (Por Marcelo Ninio, Folha.com).

9. Relatório americano insiste que o Irã prevê fabricar bomba atômica


Relatório preparado por Susan Rice, conselheira de temas atômicos da ONU e embaixadora dos Estados Unidos ante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, alerta que o Irã "se nega a atender às preocupações com a proliferação e parece determinado a obter armamento nuclear". Simultaneamente, um comitê da ONU pediu que mais países membros efetivem as sanções contra a República Islâmica. As potências ocidentais expressaram preocupação ante a recusa da República Islâmica em cooperar com os inspetores internacionais. Os embaixadores dos Estados Unidos e Grã-Bretanha acusaram o Irã de cometer "violações sistemáticas" das resoluções das Nações Unidas que impuseram quatro rodadas de sanções (AFP). Leia mais em:
EEUU y UE critican política de obstrucción de Irán
Potências ocidentais pressionam a ONU para realizar painel sobre o Irã
US: Time may come for special nuke probe of Syria

10. Irã e Israel têm expectativas opostas em relação ao futuro governo brasileiro


Os governos do Irã e de Israel têm expectativas praticamente opostas em relação ao que será de suas relações com o Brasil após as eleições. Segundo especialistas ouvidos pela BBC, enquanto o Irã espera que o novo governo dê continuidade à linha de mediação diplomática desenvolvida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Israel espera uma mudança na política externa brasileira em relação ao Oriente Médio - incluindo um distanciamento do Brasil em relação aos interesses do regime iraniano. Especialistas afirmam que Teerã quer continuar tendo no Brasil um aliado com crescente importância na América Latina e no restante do cenário internacional, como forma de desafiar o isolamento do regime iraniano defendido pelos Estados Unidos. Israel, por sua vez, teme que o Irã ganhe influência junto a países latino-americanos e a outros aliados brasileiros (BBC Brasil).

11. Papa elogia resistência britânica ao nazismo e a tirania


O papa Bento XVI elogiou a força de vontade do povo britânico, usando como exemplo a forma como o Reino Unido resistiu ao regime nazista que espalhou o terror na Europa, “fazendo sofrer de forma particular os judeus, considerados indignos de viver”. O papa elogiou o ‘caráter’ britânico, destacando a importância de seu papel no mundo atual e no passado. Durante os séculos, explicou o papa, o Reino Unido foi uma força para o bem, beneficiando com isso cristãos e não cristãos em todo o mundo. Espera-se que agora, pediu o papa, o Reino Unido mantenha essa atenção e resistência às “formas agressivas de secularismo anti-religioso” (Renascença).

Leia mais em:

A road from which there is no turning back

Plan B for peace

Netanyahu, Abbas 'mean business,' U.S. envoy says

Plastic flowers

Briefing on Israeli-Palestinian Peace Talks

Clinton, Abbas Meet as Peace Talks End

PM begins trilateral meeting, says 'There is a lot of work'

Barak says peace with Lebanon, Syria is possible

Ahmadinejad critica sanções e diz que Irã não depende dos EUA


Célia Bensadon
Depto. de Comunicação
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