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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Newsletter Conib - 23-11-10

Conib destaca
Terça-feira, 23 de Novembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Amorim diz que país que se opõe ao Irã quer aplauso


O chanceler Celso Amorim defendeu a abstenção do Brasil em votação na ONU que condenou violações no Irã e criticou os países que aprovaram a medida, afirmando que essas nações queriam apenas receber aplausos de ONGs que cobram do regime iraniano respeito aos direitos humanos. Amorim não citou o nome de Sakineh Ashtiani, iraniana condenada à morte por apedrejamento. “Obviamente, o Brasil condena o apedrejamento. Temos condições de fazer isso [discutir o assunto] de maneira mais efetiva que outros países porque temos diálogo com o governo do Irã”, disse. Segundo o chanceler, o governo iraniano prometeu ao Brasil que o método não será mais usado como pena de morte (Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Amorim defende abstenção em moção contra Irã
Em Genebra, Amorim confessa que já está desfazendo o gabinete

2. “Abstenção pró-Irã”

Ao abster-se na votação de uma resolução das Nações Unidas contra violações dos direitos humanos no Irã, aprovada na última sexta-feira, a diplomacia do governo Lula manteve-se coerente com sua política de confrontação com os Estados Unidos. O Brasil deve assumir atitude altiva em suas relações com os EUA, mas já são suficientes os contenciosos com aquela nação para que se ampliem desnecessariamente as frentes de conflito. No caso do Irã, não havia laços comerciais relevantes a atenuar a abstenção – que, dado o histórico recente, ganhou sabor de um renovado apoio ao governo de Mahmoud Ahmadinejad (Folha de s.Paulo – A2).

3. Em debate na Folha, jornalista diz que Brasil "tem papel importante" contra violações no Irã


A jornalista irano-americana Roxana Saberi defendeu que o Brasil tem um papel importante a desenvolver para combater as violações praticadas por Teerã. "Acho que o Brasil deve fazer dos direitos humanos uma prioridade, se quer se tornar um mediador no Irã". "Deveria falar mais diretamente com o Irã, mas também agir na ONU". A jornalista disse entender o desejo do Brasil de fortalecer as relações bilaterais com o Irã, mas destacou que é preciso haver pressão, tanto bilateral quanto multilateral. Em debate ontem na Folha, ela contou que esteve presa em 2009 acusada de espionar para os EUA por tentar escrever um livro sobre a sociedade iraniana. Ela também relatou ter sofrido tortura psicológica para assinar uma confissão (Por Amaro Grassi, Folha.com). Leia mais em:
‘Brasil deve apoiar ONU na pressão ao Irã’, diz jornalista (O Globo)

4. Associação judaica critica papa por defesa de Pio 12

O Comitê Judaico Americano (AJC, em inglês) criticou Bento 16 por ter afirmado que o papa Pio 12 – acusado de leniência com o Holocausto – “fez tudo o que podia para salvar pessoas”. A declaração consta do livro “Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais do Tempo”, que reúne conversas do pontífice com o jornalista alemão Peter Seewald e que será lançado hoje na Alemanha e Itália (Folha de S.Paulo).

5. Israel aprova referendo sobre troca de "terra por paz"


O Parlamento israelense aprovou ontem projeto que prevê a convocação de referendo sobre eventuais acordos que envolvam concessões territoriais a vizinhos árabes em troca da paz. A medida foi aprovada após sete horas de debate, por 65 votos contra 33. Críticos dizem que o referendo pode complicar ainda mais o processo de paz mediado pelos EUA, que está parado há semanas por causa da questão dos assentamentos judaicos em territórios ocupados. Mas alguns analistas veem a medida como um marco legislativo para que o governo de Benjamin Netanyahu aprove eventual acordo (Reuters). Leia mais em:
Israeli parliament approves referendum-for-peace law
Medida dificulta retirada de Israel de territórios anexados
Israel dificulta devolução de territórios a sírios e palestinos

6. Barak: os inimigos de Israel vão usar essa lei contra nós


O ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, advertiu que “os inimigos de Israel vão usar a lei – sobre o referendo - contra nós”. A lei aprovada ontem deve entrar em vigor imediatamente. "Só não sei se é necessária agora. Os inimigos de Israel podem usá-la para alegar que somos contra a paz”, disse o ministro ao reafirmar que “Israel defende a criação de um Estado palestino”. “Temos que superar o obstáculo das construções – a principal objeção dos palestinos para a retomada do diálogo – e avançar logo nas negociações de paz”, disse ele (Por Barak Ravid, Haaretz). Leia mais em:
Barak: Referendum Law ties government's hands
PA: Referendum law 'disregard of int'l law'

7. Netanyahu não quer entregar Ghajar ao Hezbollah


O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou que não deseja ver Ghajar nas mãos do movimento xiita libanês Hizbollah, após decidir retirar o exército israelense dessa localidade na fronteira sírio-libanesa. "É nossa intenção sair da parte norte da aldeia (de Ghajar) e montar um sistema que impeça o Hizbollah de assumir o poder", explicou Netanyahu. "Mas ainda não concluímos essa etapa", acrescentou (AFP).

8. Israelenses e palestinos se unem para exploração do mar Morto


Um projeto desenvolvido por dois cientistas israelenses em parceria com representantes palestinos e de quatro países – entre eles a Jordânia – vai ser colocado em prática com o objetivo de pesquisar tesouros arqueológicos escondidos no Mar Morto há 500 mil anos e que pode fornecer informações importantes, inclusive, sobre variações climáticas contemporâneas. O projeto, de autoria dos cientistas israelenses Zvi Ben-Avraham e Mordechai Stein, havia sido adiado várias vezes por causa do conflito entre Israel e os palestinos, mas agora recebeu aval para ser colocado em prática ainda neste ano (AP).

9. Suspeito da morte de 430 mil judeus morre antes de ir a julgamento


“É uma grande frustração que não tenha ido a julgamento”, disse Efraim Zuroff, diretor do Centro Simon Wiesenthal, ao comentar o falecimento de Samuel Kunz, apontado como responsável pela morte de 430 mil judeus entre 1942 e 1943 no campo de concentração de Belzec, na Polônia. Kunz era o terceiro na lista dos mais procurados, elaborada pelo Centro Simon Wiesenthal, de Jerusalém, que se dedica a “caçar” suspeitos de envolvimento em crimes de guerra. Kunz morreu no último dia 18 em sua cidade natal, perto de Bonn (IOL).

10. Israel começa construção de barreira na fronteira com Egito


O governo de Israel iniciou a construção de uma barreira em sua fronteira com o Egito, com o objetivo de frear a entrada ilegal de imigrantes, de armas e a infiltração de grupos armados. O projeto, anunciado em 2008, deverá custar 360 milhões de dólares. A linha divisória entre os dois países soma quase duzentos quilômetros, mas a barreira só será levantada nos locais de fácil acesso a pé. O ministro do Interior israelense, Eli Yishai, defendeu a necessidade da barreira e pediu novos fundos para frear o fenômeno migratório, que "trará sérias consequências dentro de 15 anos", disse (Efe).

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