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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Newsletter Conib - 9-09-11

 1.EUA anunciam que vetarão Palestina como integrante plena da ONU


 Leia mais em:
US confirms it will veto Palestinian statehood bid
Blair: Palestinian UN statehood bid is unilateral cry of frustration
UN Secretary General: Palestinian statehood is 'long overdue' 

2. Será difícil para EUA evitar ação palestina na ONU, diz Mitchell



3. Israel busca evitar que palestinos somem 129 votos



4. Reconhecimento da Palestina não mudará estado de refugiados, segundo ministra



5. “As parcerias de que precisamos”


 
6. “Última década foi marcada pela construção de paradoxos”




Dez anos depois dos atentados de 11 de Setembro o mais poderoso Exército do planeta, o dos Estados Unidos, ainda não conseguiu vencer a guerra contra a Al Qaeda. Ou, como prefere Gideon Rose, o editor da revista Foreign Affairs, a mais badalada das publicações sobre assuntos internacionais: "Com Osama bin Laden morto e a Al Qaeda desacreditada e em fuga, os terroristas claramente não venceram. Mas nem nós o fizemos", escreve Rose na introdução de um livro eletrônico dedicado exatamente ao aniversário dos atentados. Esse sinistro empate talvez se deva, em grande medida, a uma mentira do governo George W. Bush, segundo quem havia armas de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein, pretexto usado para invadir o país, dois anos após os atentados. Essa é a hipótese implícita em um livro de recente lançamento, "Os fatos são subversivos", do sociólogo inglês Timothy Garton Ash, um dos intelectuais mais na moda na mídia européia (Por Clovis Rossi, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
EUA alertam sobre ameaça terrorista ''verossímil''
A guerra não acabou
Arma química, o fantasma da guerra

7. Israel considera graves as advertências do premiê turco


O ministro israelense da Informação, Dan Meridor, considerou graves as declarações do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre o envio de forças navais do país para escoltar os barcos turcos que transportarão ajuda humanitária a Gaza. "Estas declarações são graves e difíceis, mas não queremos alimentar a polêmica", declarou Dan Meridor à rádio militar israelense. "É melhor ficar calado e esperar, não há interesse em agravar a situação respondendo com ataques verbais", completou o ministro. Meridor ressaltou, no entanto, que a Turquia violaria o direito internacional se tentasse romper à força o bloqueio marítimo israelense da Faixa de Gaza, já que uma comissão da ONU o considerou legal (AFP). Leia mais em:
Marinha turca escoltará navios a Gaza, diz premiê
Turkish warships will escort aid vessels to Gaza-Erdogan
'Turkish president calls Israel 'ungrateful burden''

8. “A oração universal de Roberto”


A mesquita ao lado da sinagoga e da igreja católica, numa espécie de comboio alegórico que compunha o cenário do espetáculo. As canções em espanhol se misturando às em italiano, português e hebraico. A oliveira de papel, o violino klezmer, a bossa nova, o hino gospel. Roberto Carlos acendeu a noite como se tivesse uma menorá gigante nas mãos na noite de quarta, em seu primeiro show no Oriente Médio, em Jerusalém. Vestiu-se todo de branco e ambicionou propor um pacto de não agressão - ou, mais que isso, um armistício definitivo entre os que o pudessem ouvir nessa região em que os garotos andam pelas ruas dia e noite com jeans e metralhadoras. Mas as cerca de 6 mil pessoas que foram ao Sultan"s Pool de Jerusalém já eram convertidos, verdadeiros devotos do "Rei" Roberto Carlos. Convertidos e devotos porque quase todo o público era de brasileiros - alguns vieram em pacotes turísticos, a maioria mora mesmo em Israel ou na Palestina, e uniram-se em corais fabulosos de apoio, como na balada Outra Vez. Se alguém não botava fé no show de Roberto no Oriente Médio, se deu mal, porque como dizia o Gilberto Gil, não costuma "faiá" esse negócio: "A força da fé nos ajuda a prosseguir", anunciou o cantor (Por Jotabê Medeiros, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
O milagre do Rei Roberto
Roberto Carlos retorna ao Brasil no sábado, 10, diz jornal

9. Interpol emite mandado de prisão para Gaddafi e seu filho


A Interpol (polícia internacional) solicitou hoje a detenção de Muammar Gaddafi, de seu filho Saif al-Islam e de Abdallah al-Senusi, cunhado do ditador líbio, em resposta ao pedido do Tribunal Penal Internacional (TPI), que investiga denúncias de crimes contra a humanidade nesse país. "O pedido do promotor [do TPI] Luis Moreno Ocampo a Interpol para emitir um alerta vermelho restringirá significativamente as possibilidades destes três homens de cruzar as fronteiras e será uma ferramenta importante para ajudar a localizá-los e capturá-los", diz um comunicado da Interpol assinado por seu secretário-geral, Ronald K. Noble. "A Interpol cooperará e assistirá o TPI e às autoridades líbias representadas pelo Conselho Nacional de Transição (CNT) para deter Muammar Gaddafi", diz o comunicado (Folha.com).

10. “Ao encontro da esperança na Líbia”

O que é particularmente impressionante é a parcimônia dos assassinatos por vingança e saques em Trípoli, a capital líbia. O que sabemos da liderança rebelde é pouco, mas razoavelmente encorajador. Mahmoud Jibril, o primeiro-ministro de fato do Conselho Nacional de Transição (CNT) obteve seu doutorado na Universidade de Pittsburgh e lecionou lá também. Mas é também verdade que os rebeldes estão dispersos em pequenos grupos armados pelo país e alguns desconfiam do CNT. A maioria tem pouca experiência para governar e diverge entre si. Países como EUA, França, Grã-Bretanha e Qatar fizeram algo histórico ao apoiar uma operação militar destinada em grande parte a preservar vidas e não interesses nacionais. Embora muito ainda possa dar errado, a sensação é de que a Líbia está avançando em direção a um futuro muito melhor de que seu passado opressivo (Por Nicholas D. Kristof, The New York Times, em artigo em O Globo).

11. Diplomata: Irã aproveita caos líbio para construir bomba atômica


O Irã aproveita o caos na Síria e na Líbia para acelerar seu programa nuclear e construir uma bomba atômica, advertiu o representante francês na ONU durante reunião do Conselho de Segurança. Com a atenção internacional voltada para as revoltas no Oriente Médio, o "Irã acredita que pode se aproveitar da situação", declarou o embaixador adjunto Martin Briens. "Está acelerando seus esforços. Aumentou o número de centrífugas e os anúncios provocativos", disse ao Conselho, destacando os pedidos ocidentais de uma aplicação mais rigorosa das sanções contra Teerã. "As ambições militares, nucleares e balísticas supõem uma ameaça crescente", disse Briens. "Acumulam-se os sinais de alarme" (AFP). Leia mais em:
Irã adverte que reagirá a qualquer ataque
Irã executa três homens acusados de homossexualismo
Irã ultrapassa Rússia como maior importador de carne bovina in natura do Brasil

12. Galliano é condenado


O estilista britânico John Galliano foi declarado culpado por ter proferido insultos antissemitas e sua pena foi uma multa suspensa de 6 mil. A sentença foi anunciada ontem no Palácio de Justiça de Paris. Ele não esteve presente na audiência. Por causa do escândalo, Galliano foi demitido da casa Christian Dior, onde trabalhava como diretor artístico da marca. Desde março, ele foi alvo de dois processos pelos insultos antissemitas e racistas contra clientes de um bar no bairro parisiense do Marais, o La Perle. O estilista poderia ter sido condenado a até seis meses de prisão e multa de 22,5 mil. A pena imposta pelo Tribunal Correcional de Paris foi mínima, considerando que se refere a 4 mil por um primeiro incidente ocorrido no dia 24 de fevereiro, e a 2 mil por um segundo, registrado em 18 de outubro de 2010 no mesmo bar La Perle (O Estado de S.Paulo).

13. Mel Gibson pode dirigir filme sobre herói judeu


Após render muita polêmica em Hollywood por declarações antissemitas, Mel Gibson parece querer se redimir com os judeus. A Icon Productions, produtora do ator-diretor, negocia com a Warner a realização de um filme baseado na vida de Judah Maccabbe, um dos principais nomes do judaísmo. Judah Maccabbe foi um guerreiro judeu que, ao lado do pai e de quatro irmãos, liderou uma revolta contra as forças gregas e sírias, que conquistaram a Judeia no século II A.C. A festa do Hannukah, uma das maiores celebrações do judaísmo, comemora a restauração do culto judaico no templo de Jerusalém após Maccabbe remover as esculturas pagãs do local (Adoro Cinema).

14. Amorim defende redução de 15% na força de paz da ONU no Haiti após denúncia de abuso contra jovem


O ministro da Defesa, Celso Amorim, defendeu uma redução de 15% no contingente da missão de paz da ONU no Haiti - a Minustah -, composta por 12 mil soldados e policiais. Segundo Amorim, o corte no efetivo iniciaria uma gradual retirada das tropas que seria concluída quando o governo do Haiti for capaz de assumir a segurança do país. Ele disse que o Brasil já iniciou as negociações com as Nações Unidas para a retirada, mas que a força de paz permanece na república caribenha até que as forças locais estejam prontas para assumir. “Há consenso na região de que (a presença) das tropas não pode se perpetuar, mas não sair de forma precipitada. Tem que ser discutido com o Haiti e com as Nações Unidas”, disse Amorim a jornalistas após ser recebido pelo presidente uruguaio, José Mujica (O Globo). Leia mais em:
Escândalos sexuais das forças de paz

15. Ativistas sírios fazem apelo por ajuda internacional


A oposição da Síria fez um apelo à comunidade internacional para que envie ao pais observadores de direitos humanos para ajudar a deter os ataques militares contra civis. A Comissão Geral da Revolução Síria, que reúne vários grupos ativistas, disse que o aumento no número de manifestantes mortos durante a revolta de quase seis meses fez com que muitos sírios se decidissem pela ajuda externa. "Pedir a intervenção externa é uma questão delicada que pode ser usada pelo regime para chamar seus opositores de traidores. Estamos pedindo primeiro observadores internacionais", disse o porta-voz Ahmad al-Khatib (Reuters). Leia mais em:
Irã pede à Síria que negocie com a oposição

Indicações de vídeos e textos:
(visite nosso novo site: www.conib.org.br)

September may bring the death of the two-state solution - and the Jewish state

Diplomatic efforts unable to derail Palestinians’ U.N. gambit

A View From Israel: Turkish chutzpa

Editorial: Turn crisis into opportunity

No end in sight for downward spiral in Turkish-Israeli ties

Imagining 9/11


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