O que acontece na comunidade judaica de Santa Catarina passa por aqui. Ações, projetos, celebrações, cultura, espiritualidade e muito mais!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Newsletter Conib - 13-09-10

Conib destaca
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários


1. Netanyahu exige que Israel seja reconhecido como "Estado judeu"

2. Dilma defende diplomacia brasileira em questão nuclear iraniana






3. Amorim defende diálogo para melhorar situação dos direitos humanos


4. "Turquia é concorrente, não aliada do Irã", diz grupo

5. Diretor da AIEA lamenta decisão iraniana de vetar inspetores
Amano chides Iran for not cooperating with IAEA inspectors

6. Hillary viajará ao Oriente Médio para tratar de conversas de paz


7. Israel e palestinos discordam sobre prioridades para negociações de paz


8. Restrição menor faz Faixa de Gaza crescer 16%, diz FMI



9. Avança o neonazismo nos Estados Unidos


10. “A nova Terra Prometida”

Leia mais em:

Netanyahu and the freeze

Netanyahu manterá política semelhante à de Olmert sobre assentamentos

Assad hoping for 'true developments in peace'

Happy is he who believes

Israel aproveita diálogo de paz para aprofundar relações com UE

Ex jefe del Mossad: Occidente necesita movilizar una coalición y atacar a Irán

Analistas: Israel não permitirá que Irã tenha arsenal nuclear

Iranian authorities: American hiker will be released after posting $500,000 bail

Irã liberta ativista de direitos humanos após pagamento de fiança

Relógio da discórdia

Conib destaca
Domingo, 12 de Setembro de 2010
Por Celia Bensadon

1. EUA não querem que Brasil volte a mediar programa atômico do Irã, diz Amorim


O governo americano não quer que o Brasil participe da retomada das negociações sobre o programa nuclear do Irã. O numero 2 do Departamento de Estado americano, James Steinberger, disse em Genebra que há uma "diferença de táticas" entre a visão brasileira e a americana. O chanceler brasileiro, Celso Amorim afirmou que alguns países europeus estariam de acordo com a presença brasileira. "Os EUA parecem não ter aceitado", concluiu. O líder iraniano Mahmoud Ahamdinejad disse que negociaria a partir de setembro. Segundo Amorim, Teerã quer a participação de Brasil e Turquia (O Estado de S.Paulo).

2. Bomba seria trunfo do Irã em pacto de não-agressão

De volta do Irã, onde entrevistou Mahmoud Ahmadinejad para a revista New Yorker, o escritor Jon Lee Anderson soa pessimista. Para ele, o que o Irã busca é um pacto de não-agressão com Israel que garantiria a estabilidade da região em certa medida. O problema é que colocou na barganha o programa nuclear, com o qual, diz Anderson, se aproxima mais da bomba. Em um mundo ideal, esse pacto ocorreria com os dois países desarmados. Hipótese, para ele, pouco provável em um horizonte de décadas (Folha de S.Paulo).

3. Premiê de Israel ignora pressão de Obama para encerrar assentamentos


Falando a jornalistas, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, não quis comentar o apelo do presidente Barak Obama pelo congelamento das construções nos territórios palestinos e preferiu se concentrar em uma exigência primordial de que Israel seja reconhecido pelos palestinos como o Estado do povo judaico em qualquer acordo de paz. O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, já ameaçou sair das negociações com Israel se o país continuar com as construções na Cisjordânia. Netanyahu deve se encontrar com Abbas na terça-feira no Egito para outra rodada de negociações de paz que contará com a presença também da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton (Por Jeffrey Heller, Reuters). Leia mais em:
Obama pede que expansão de colônias na Cisjordânia siga congelada

4. “Extrema direita, volver"

A inflexão conservadora da revista Commentary, símbolo da esquerda nova-iorquina nos anos 60, e de seu editor, Norman Podhoretz, é objeto de dois lançamentos nos EUA. Na origem da guinada ideológica está uma reação à contracultura dos anos 70 e o acirramento da direita judaica nos EUA e em Israel nos últimos anos (Por Damon LInker, Folha de S.Paulo).

5. Apoiado por Brasil, Haiti inicia plano de replantio

A base militar brasileira no Haiti não tem mais só alojamentos e depósitos de armas. A mais nova benfeitoria é um viveiro que produzirá 20 mil mudas de árvores por ano para um projeto piloto de reflorestamento do Haiti - onde há 2% da cobertura vegetal original intacta. A ideia é do haitiano Jude Brice, 38, que estudou agronomia no Rio de Janeiro e, em 2005, entrou como intérprete de creole (idioma local) nas tropas do Brasil na Minustah (missão da ONU) (Por Luis Kawaguti, Folha de S.Paulo).

Leia mais em:

Settler leader: Extending West Bank freeze will end Netanyahu gov't

What makes Obama tick

Israel y los palestinos chocan por la agenda de Sharm el Sheik

Autoridad Palestina: Irán no tiene por qué inmiscuirse en nuestra causa

Peres: Israel Tal was a military, moral leader of universal fame

França tenta relançar diálogo entre Israel e Síria

Irã pede fiança de US$ 500 mil para libertar americana

Conib destaca
Sábado, 11 de Setembro de 2010
Por Celia Bensadon

1. Amorim diz que Brasil continua disposto a mediar diálogo nuclear com Irã


O chanceler Celso Amorim disse que o Brasil continua disposto a mediar o diálogo nuclear das potências com o Irã, se o pedido vier de alguma das partes envolvidas. Amorim participou da oitava edição da Conferência Anual do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), que acontece em Genebra. Ele insistiu que o Brasil está convencido de que a controvérsia sobre o programa nuclear iraniano pode ser resolvida através de negociação (Efe).

2. Diplomata iraniano na Finlândia renuncia ao cargo e vira oposição


O número dois da embaixada do Irã na Finlândia, Hosein Alizadeh, renunciou ao cargo acusando o presidente Mahmoud Ahmadinejad de representar “um perigo para todos, não só para a região e para o mundo, mas também para os iranianos”. Alizadeh disse que tomou a decisão há quatro dias por causa das “eleições injustas” de 2009, “quando Ahmadinejad foi imposto aos iranianos”. Alizadeh, que não quis informar se pretende pedir asilo político à Finlândia, afirmou ainda que tem "muito medo", e contou ter recebido ameaças. Aos 45 anos, casado e pai de três filhos, Alizadeh é um diplomata de carreira que já havia ocupado postos na Bulgária e no Egito (AFP).

3. Ahmadinejad: a queima do Alcorão vai apressar a aniquilação de Israel


O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, advertiu que a queima do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, pelo pastor Terry Jones, da Flórida, vai apressar a “aniquilação” de Israel. Ahmadinejad disse que o plano de queimar exemplares do Alcorão é um “complô sionista” e representa um “insulto” aos profetas (Aurora). Leia mais em:
Ahmadinejad: Koran burning will bring about Israel's annihilation
Ahmadinejad diz que plano de queimar Alcorão é "complô sionista"
Estupidez do fanatismo une fortemente Ahmadinejad e pastor americano

Leia mais em:

Fidel Castro ataca ahora al capitalismo y defiende a los musulmanes

“Temos Sakinehs cristãs pelo mundo", diz jornalista americana

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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Por Celia Bensadon

1. Obama volta a defender paz entre Israel e palestinos


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou a defender a importância de israelenses e palestinos negociarem a paz. Falando à imprensa em Washington, Obama disse que o único meio para se garantir a segurança de Israel e a soberania dos palestinos é através de negociações. Israelenses e palestinos retomaram as negociações diretas no início do mês, mas Obama reconhece que ainda há "enormes obstáculos" para se chegar a um acordo (estadao.com). Leia mais em:
Obama pede que expansão de colônias na Cisjordânia siga congelada
Obama vê "obstáculos enormes" em conversações no Oriente Médio

2. "Nós amamos os judeus", diz Chávez após críticas de Fidel ao Irã e ao antissemitismo

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, negou que seja antissemita e anunciou que irá se reunir com líderes da comunidade judaica. "Nós respeitamos e amamos os judeus", disse Chávez, acrescentando que seus oponentes o acusam “injustamente” de ser antissemita. O líder venezuelano é visto como um aliado do Irã e crítico de Israel. No entanto, recentemente ele manifestou preocupação com o antissemitismo na Venezuela. Chávez fez as declarações em entrevista à revista Atlantic, a mesma na qual o jornalista Jeffrey Goldberg publicou declarações do ex-ditador cubano Fidel Castro criticando o antissemitismo e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, por negar o Holocausto. Segundo Goldberg, a nova retórica de Chavez e a disposição em se reunir com líderes da comunidade judaica são "resultado direto das declarações de Fidel" (Folha.com). Leia mais em:
Mas o que quer Fidel Castro? Ou: Corra, Amorim, corra
3. “Banida da campanha”

Contrariando as expectativas, a política externa tem sido a grande ausente da campanha eleitoral. Nada se vê, se ouve ou se discute sobre relações com Washington, União Europeia, América do Sul, China e Irã. É uma pena, mas faz sentido. Além disso, o eleitor não dá a menor bola, e o governo e a oposição devem ter avaliado que teriam muito a perder e pouco a ganhar discutindo temas internacionais. Lula, ops!, Dilma teria dificuldade para explicar a legitimação de um regime como o de Ahmadinejad, a aliança "cumpanheira" com Hugo Chávez e a lambança em Honduras. Sem oposição real, nem parlamentar, nem dos sindicatos, nem dos movimentos sociais, quem acabou fazendo as vezes de criticar e cobrar o governo foram embaixadores ou ex-ministros que ocuparam posições de destaque com FHC, como Rubens Barbosa, Celso Lafer, Luiz Felipe Lampreia. Saiba-se que nem Patriota tem o fogo de Amorim, nem Dilma é um trunfo de política externa como Lula. Muita coisa pode mudar. Além disso, Fidel ressurgiu das cinzas embaralhando certezas e, apesar do pragmatismo, a relação do Brasil com os EUA é uma incógnita (Por Eliane Catanhêde, Folha de S.Paulo – A2). Leia mais em:
Serra afirma, em sabatina do Globo, que terá uma política externa própria

4. “O limite do tirano”


O tirano mais vivo, mais esperto ou mais hábil consegue jogar a conta para depois da sua morte. Só que alcançar esse feito não é para qualquer um. Todo tirano ou candidato a tirano corre o risco de certo dia topar com um limite. Mais cedo ou mais tarde. Ainda que do psiquismo tirânico não costume constar essa noção: a do limite para o exercício do poder. Há tiranos como Adolf Hitler, que na busca patológica do poder ilimitado arrastam suas nações à ruína. Outros, como Sadam Hussein, vão tão longe que não deixam saída para si próprios. O governo do Irã, aparentemente, decidiu recuar da sentença de morte por apedrejamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani. Ela está condenada por “adultério”, com o detalhe de ter praticado as relações extraconjugais quando já era viúva. As autoridades daquele país acenam com a possibilidade de enforcá-la, e para contrabalançar a pressão mundial ensaiam agora condená-la por homicídio. É um sistema jurídico singular: se a pena parece severa demais para o delito, agrava-se a acusação. O arcabouço judicial do Irã é assunto exclusivo deles, um país soberano. O interessante no episódio é finalmente Teerã ter precisado recuar em algum assunto. À primeira vista, o recuo resulta das fortes pressões globais em defesa dos direitos humanos. Mas a equação é um pouquinho mais complexa (Por Alon Feuerwerker).

Leia mais em:

Your move, Mr. Abbas

Irã cancela libertação de americana presa acusada de espionagem

Dissidentes denunciam nova instalação nuclear no Irã

Irã nega ter instalação nuclear secreta

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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
Por Celia Bensadon

1. Mensagem do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, às Comunidades Judaicas na Diáspora, por ocasião do Ano Novo de 5771

Queridos amigos,
Daqui, de Jerusalém, a capital unificada de Israel, quero desejar às Comunidades Judaicas de todo o mundo um Feliz Ano Novo - Shaná Tová!.
Espero que seja um ano no qual nosso povo desfrute de segurança, prosperidade e paz. Este ano que termina foi um dos mais seguros em duas décadas. Entretanto, o brutal assassinato na semana passada de quatro israelenses, incluindo uma mãe de seis filhos e uma mulher grávida, lembra-nos que nunca devemos nos esquecer de nossa segurança.
Temos que prosseguir com uma política firme que deixa claro que o terror e os ataques de mísseis contra os nossos cidadãos não serão tolerados.
Neste ano que termina, nós vimos um florescimento da economia israelense. Israel tem resistido à crise financeira melhor do que vários outros países industrializados. Nossa economia está agora firmemente de volta em um caminho sólido para o crescimento em longo prazo. Mas é claro que sabemos que a crise não acabou e vamos agir de forma resoluta, decisivamente, mas com cautela.
Neste próximo ano o meu governo irá continuar no caminho das reformas econômicas, pois uma economia mais forte significa um Estado de Israel mais forte.
Nos últimos dias também temos acompanhado uma renovação no processo de paz. Temos buscado conversas diretas com os palestinos por um ano e meio.
Estou muito satisfeito que o presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, tenha se unido a mim nessas negociações sem condições prévias.
Acredito que nós devemos realizar todos os esforços para chegar a um acordo histórico em prol da paz ao longo do próximo ano. Eu garanto uma coisa. Isso não será fácil. Mas, como primeiro-ministro de Israel, é minha responsabilidade realizar todos os esforços para estabelecer uma paz duradoura com os nossos vizinhos.
Esta paz duradoura deve ter como base a segurança e o reconhecimento da permanência do Estado judeu na região, não apenas como um fato, mas como algo que os nossos vizinhos aceitem como um direito.
Neste ano que começa, Israel terá de enfrentar muitos desafios. Porém, não tenho dúvida de que quando chegarem estes desafios, as comunidades judaicas em todo o mundo estarão do lado de Israel - eu acredito que nós temos visto isto em cada passo do caminho dado até hoje. Vamos caminhar adiante.
Que todos tenham um saudável e feliz Ano Novo.
Shaná Tová.

2. Lula teve influência na suspensão, diz Amorim

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que as gestões do presidente Lula perante o Irã pela libertação de Sakineh Ashtiani "tiveram peso" na decisão sobre a suspensão da sentença de morte. Amorim disse que a suspensão é "positiva", mas admitiu não ter detalhes sobre a nova situação jurídica de Sakineh. O chanceler espera tratar do tema com as autoridades iranianas nos próximos dias (Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Amorim considera positiva suspensão da pena de iraniana
Caso Sakineh mantém Irã sob pressão; saiba mais
Anistia Internacional pede que Irã anule sentença de morte imposta à viúva

3. “Fiel da balança”


Celso Amorim telefonou ontem ao seu colega iraniano Manouchehr Mottaki para falar da suspensão da execução por apedrejamento de Sakineh Ashtiani. Nosso chanceler disse que as gestões do Brasil pesaram para que o Irã desse esse sinal positivo a comunidade internacional. Lula chegou a oferecer asilo à iraniana de 43 anos, condenada a morte por apedrejamento, acusada de adultério (Por Ancelmo Góis, O Globo).

4. “Amorim: a mistificação ornada pela adulação subserviente. Ou: ele apedreja a verdade!”


Lula tem uma penca de ministros que seguem, assim, mais ou menos o seu padrão moral. Mas poucos, talvez nenhum outro, são tão exímios na arte da mistificação, ornada pela adulação subserviente, quanto Celso Amorim, o ministro das Relações Exteriores. A proximidade de Lula com Ahmadinejad calcinou a imagem internacional do petista. Por que o governo brasileiro foi tão longe nesse apoio? Esse, para mim, ainda é um dos grandes mistérios da República.  Como vocês viram, a tirania iraniana suspendeu a condenação à morte por apedrejamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani (Por Reinaldo Azevedo, Veja).

5. “Chegou a hora do plano saudita”

Já faz uma semana e as recém-inauguradas conversações de paz palestino-israelenses ainda não fracassaram. Certamente é um bom sinal. Comemorar sua persistência por uma semana dá uma ideia de quão escassas são as expectativas que elas inspiram. Mas agora que as sessões começaram, cada lado tentará evitar fazê-las afundar - e não apenas para não provocar a ira dos EUA. O fato é que agora chegou-se à conclusão de que, após todos estes anos de intermitentes começos e recomeços do processo - em que alguém declara: "Este é o ano decisivo, e se estas conversações fracassarem, o processo de paz estará morto e enterrado" - desta vez talvez isto venha mesmo a acontecer. Se fracassarem, com os 300 mil colonos israelenses que já vivem na Cisjordânia, e com o Hamas abrigado com seu governo em Gaza, a ideia da "solução dos dois Estados" passará a fazer parte do reino da fantasia (Por Thomas L. Friedman, The New York Times, em artigo em O Estado de S.Paulo).

6. “Candelabro”

Depois de organizar jantar em torno de Marina Silva (PV), em agosto, a CONIB (Confederação Israelita do Brasil) fará na quinta, 16, evento semelhante para o presidenciável tucano, José Serra, e para o candidato do PSDB ao governo de SP, Geraldo Alckmin. Paola e Vivian de Picciotto abrirão a casa para receber os políticos. A CONIB promete fazer, até a eleição, jantares também para a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, e para o candidato do PSB ao governo de SP, Paulo Skaf. Mas ainda não marcou os eventos (Por Mônica Bergamo, Folha de S.Paulo).

7. 'Sinagoga de Silvio Santos' será aberta em 2011 nos Jardins


Os pedacinhos de vidro estão escondidos em um depósito desde outubro de 2005, uma espécie de lembrança de outros tempos, histórias e lições que ficaram guardadas na estante da memória. Juntos, formavam imensos vitrais coloridos, mosaicos com símbolos religiosos. Para as centenas de famílias que frequentavam a antiga Sinagoga Ohel Yaacov, no centro de São Paulo, antes de sua demolição por uma incorporadora, esses vidros também significaram uma ligação com a tradição judaica, algo que o progresso não destrói nem com britadeiras. Todo esse simbolismo dos vitrais será justamente a principal atração da nova sinagoga Ohel Yaacov, que está sendo construída na Rua Cravinhos, no Jardim Paulistano, na zona sul - um dos bairros mais nobres da capital paulista. Da velha sede demolida na região central sobraram apenas os tais pedaços de vidro, que foram preservados e recuperados um por um, caco por caco, no novo prédio (Por Rodrigo Brancatelli, O Estado de S.Paulo).

Leia mais em:

Clinton: Arab momentum building for two-state solution

Shaath diz que OLP nunca reconhecerá Israel como Estado judeu

The shadow of Hamas



Célia Bensadon
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