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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Newsletter Conib - 15-10-10

Conib destaca
Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários


1. Israel chama Ahmadinejad de 'piromaníaco obsessivo e incontrolado'


O governo israelense classificou o presidente Mahmoud Ahmadinejad de “piromaníaco, obsessivo e incontrolado” depois de o dirigente iraniano ter afirmado que os “sionistas não são eternos” durante visita ao sul do Líbano. "São palavras de um piromaníaco obsessivo e incontrolado. Não vamos servir de estopim a ele", destacou o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores israelense, Yigal Palmor, em resposta ao discurso feito pelo líder iraniano em Bint Jbeil, perto da fronteira do Líbano com Israel (Efe).

2. Netanyahu: Líbano está se tornando uma extensão do regime iraniano


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu que o Líbano está se tornando uma extensão do regime iraniano e respondeu às críticas de Ahmadinejad afirmando: “A minha resposta é a própria existência de Israel, desacreditada por aqueles que procuram destruir o nosso país”. "A melhor resposta (a Ahmadinejad) foi dada há 62 anos” disse ele referindo-se à criação do Estado de Israel. “E continuaremos a nossa luta para defender nossos cidadãos e proteger nosso país”, concluiu (Por Chaim Levinson, Haaretz). Leia mais em:
PM: Best answer to Ahmadinejad given 62 years ago

3. Visita de Ahmadinejad ao Líbano ameaça soberania do país, dizem EUA


Os Estados Unidos consideraram ‘nefasta’ para a soberania do Líbano e a segurança do Oriente Médio a visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ao país. "Sua viagem ao sul do Líbano está destinada unicamente a reunir o Hezbollah, que continua sob as ordens do presidente do Irã no sul do Líbano", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley. "Pensamos, então, que sua presença ali é uma provocação que continua ameaçando a soberania do Líbano e a segurança da região", acrescentou (AFP). Leia mais em:
Visita de Ahmadinejad pode afetar ajuda militar ao Líbano, dizem EUA

4. Llosa vê ação 'esquizofrênica' de Lula


Na primeira visita que faz ao Brasil depois de escolhido como o Prêmio Nobel de Literatura de 2010, o escritor peruano Mario Vargas Llosa, colaborador do Estado, definiu como "esquizofrênica" a conduta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lamentou que ele "não tenha uma política internacional equivalente" às realizações internas. Na palestra em São Paulo, conduzida por Ricardo Setti, o escritor disse que o Brasil "é visto como um exemplo a ser seguido". O presidente brasileiro, segundo ele, "teve uma evolução notável" na política interna. "Há no Brasil um desenvolvimento que impressiona o mundo inteiro, conduzido por posições democráticas admiráveis". O Nobel ainda elogiou o presidente brasileiro por ter respeitado a democracia e aplicado na economia fórmulas da social-democracia. Mas lamentou, segundo o site da BBC Brasil, que Lula "não tenha uma política internacional equivalente" - referência à aproximação entre o presidente brasileiro e o iraniano Mahmoud Ahmadinejad. "Lá estão atirando pedras em mulheres adúlteras", comentou. "Como vai legitimar um tirano assassino que representa uma forma anacrônica de fanatismo?" Para Vargas Llosa, "há razões políticas, geopolíticas, mas não há razão ética ou moral que justifique esse tipo de esquizofrenia na conduta de um governante” (O Estado de S.Paulo).

5. Convenção da Conib debaterá cenário político e ações comunitárias


No ano em que se comemoram os 200 anos de imigração judaica à Amazônia, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) realizará no Estado do Amazonas sua convenção anual. Em 19 e 20 de novembro, a cidade de Manaus sediará o encontro, que terá a presença de Giora Becher, embaixador de Israel no Brasil; Claudio Lottenberg, presidente da Conib, líderes comunitários de 14 Estados brasileiros, além de palestrantes como os jornalistas Caio Blinder e Carlos Brickmann e o economista Ivo Bucaresky. Entre os temas em debate estão a política brasileira pós-eleições, as ameaças no Oriente Médio em 2011, a história dos judeus na Amazônia. Aspectos da gestão comunitária, formação de novas lideranças, a interação da embaixada de Israel com a comunidade judaica e as novas ferramentas de comunicação da Conib também serão abordados (JewPI.com).

6. “Em área do Hezbollah, Ahmadinejad ataca Israel”

Os israelenses já estão habituados às pregações do presidente do Irã defendendo o fim do Estado judeu. Mas elas jamais aconteceram tão de perto como ontem, quando Mahmoud Ahmadinejad encerrou sua visita ao Líbano com um discurso a poucos quilômetros da fronteira com Israel. "O mundo deve saber que os sionistas irão perecer", disse Ahmadinejad a uma plateia com milhares de pessoas em Bint Jbeil, no extremo sul do Líbano. Reconstruída com financiamento iraniano após ter sido uma das mais atingidas por Israel na guerra de 2006 contra o grupo xiita Hezbollah, Bint Jbeil virou o palco perfeito para as bravatas de Ahmadinejad. Desta vez, com vista para o arqui-inimigo. "Os sionistas não vão durar muito", exclamou Ahmadinejad, que pediu à plateia de seguidores do Hezbollah que continue a "resistência" contra Israel. "Tragam derrota para os sionistas." O discurso no sul do Líbano, onde a maioria da população é xiita como o presidente iraniano, era o momento mais esperado da visita de Ahmadinejad ao Líbano, a primeira desde que ele assumiu o poder, em 2005 (Por Marcelo Ninio, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Ahmadinejad tells Lebanese at rally near Israel border: The Zionists will disappear
Report: Ahmadinejad met Nasrallah at Iran embassy in Beirut
Ahmadinejad recebe arma de presente do chefe do Hezbollah
Presidente do Irã defende modelo xiita do Hezbollah ao mundo

7. “Persa mostra que é líder mais popular entre árabes e afasta imagem de pária”

Mahmoud Ahmadinejad deitou e rolou no Líbano. No país dilacerado entre facções sectárias e políticas, o iraniano encheu a bola do aliado xiita Hezbollah e deu beijinho no rosto do principal líder pró-Ocidente, o sunita premiê Saad Hariri. Posando de estadista, Ahmadinejad chamou os libaneses a se reconciliarem em nome da "união nacional". Ontem, ele foi até a fronteira com Israel para cutucar a onça com vara curta e incentivar o Líbano a não ter medo do vizinho Estado judaico. Nada disso, no entanto, se compara ao ganho político gerado pela colossal acolhida popular que o iraniano teve desde que desembarcou em Beirute, anteontem (Por Samy Adghirni, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Para analistas, sul do Líbano se tornou frente de confronto entre Israel e Irã

8. Irã quer discutir datas de conversa sobre programa nuclear


O Irã quer discutir datas específicas para conversas com as seis maiores potencias mundiais sobre seu programa nuclear, após a União Europeia (UE) ter proposto uma reunião em meados de novembro. “Anunciei recentemente que outubro ou novembro são épocas boas para reiniciar as conversas entre Irã e as seis potências. É uma boa notícia que autoridades estejam discutindo o assunto. Este é o caminho para fixar uma data e iniciar o diálogo - afirmou o chanceler iraniano, Manouchehr Mottaki (Reuters). Leia mais em:
União Europeia propõe retomada de diálogo com o Irã em novembro

9. Israel anuncia licitação de novas casas em Jerusalém Oriental


O governo israelense aprovou licitação para a construção de 238 novas casas em Jerusalém Oriental, nos bairros de Pisgat Ze'ev e Ramot. As novas construções fazem parte de um projeto antigo e não estavam incluídas na moratória parcial da colonização que terminou no mês passado. Mas os palestinos consideram que a presença de 500.000 israelenses em mais de 120 colônias na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental dificulta a criação de um Estado palestino e ameaça o processo de negociações com Israel (AFP).

10. Árabes podem recorrer à ONU se assentamentos continuarem


Os árabes podem pedir à ONU que reconheça o Estado palestino se continuarem as construções nos assentamentos judaicos na Cisjordânia, segundo revelou o chanceler egípcio, Ahmed Aboul Obama. A Liga Árabe apoiou a suspensão das conversações diretas com Israel, enquanto continuarem as construções nos assentamentos (AP). Leia mais em:
'Israel killing every opportunity to resume talks'
Palestinians: Netanyahu harming chance for peace by approving East Jerusalem construction
Clinton: Netanyahu, Abbas are right leaders for peace

11. Ex-presidente Jimmy Carter faz viagem pela paz no Oriente Médio


O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter inicia amanhã uma viagem pelo Oriente Médio em busca de apoio para um acordo de paz entre israelenses e palestinos. Carter visitará Egito, Síria, Jordânia, Israel e os territórios palestinos com uma delegação chamada "The Elders", liderada pela ex-presidente irlandesa Mary Robinson e que incluirá o ex-enviado da Organização das Nações Unidas (ONU) Lakhdar Brahimi. "O objetivo da viagem é buscar apoio na região para as atuais negociações com ênfase na necessidade de alcançar uma paz justa e duradoura", diz um comunicado do grupo, criado em 2007 pelo sul-africano Nelson Mandela (Reuters).

12. Berlim inaugura exposição ‘delicada’ sobre mito Hitler

Um dos maiores tabus da sociedade alemã será encarado, a partir de hoje, pelo Museu de História de Berlim. A exposição "Hitler e os Alemães" aborda os contextos social e político que fizeram de Adolf Hitler um mito. Sessenta e cinco anos depois do término da Segunda Guerra Mundial, esta é a primeira vez que a capital alemã tem uma exposição tão focada nas circunstâncias que levaram Hitler ao poder. A mostra possui oito salas onde estão expostos diversos bustos do ditador nazista, bandeiras estampadas pela suástica, fotografias e quadros que retratam os acontecimentos da época, uniformes de prisioneiros em campos de concentração, entre outros artigos que denotam a adoração a Hitler e o horror promovido por ele. O diretor do museu, Hans Ottomeyer, afirma que "ainda hoje, o tema é visto como delicado". Ele ressalta que a exibição não é um culto ao ditador nazista. "Tentamos mostrar como ele cresceu na política e os métodos que ele usou para chegar onde chegou", disse Ottomeyer (Folha de S.Paulo). Leia mais em:
'Hitler e os alemães': primeira exposição sobre uma alquimia macabra
Exposição polêmica pretende explicar fascínio por Hitler

13. Brasil enviará militares ao Líbano


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou que o Brasil poderá integrar uma nova missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano. No momento, o País pretende enviar apenas alguns oficiais da Marinha, sem nenhuma embarcação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já autorizou o envio dos oficiais e o Brasil negocia com o Departamento de Operações de Manutenção da Paz da ONU uma definição da data de embarque do grupo que integrará a Unifil - Força de Paz Interina das Nações Unidas para o Líbano (Por Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo).

14. Brasil terá mais vôos para Oriente Médio a partir de 2011


A número de vôos entre Brasil e Oriente Médio vai aumentar a partir de janeiro de 2011. Atualmente há três opções de voos semanais, mas a previsão é de que, no próximo ano, os brasileiros passem a contar com mais uma freqüência de vôo, ou seja, com quatro voos da Turkish Airlines por semana. As mudanças foram anunciadas pelo presidente da Turkish Airlines, Temel Kotil, durante reunião com o ministro Luiz Barretto, na sede da companhia turca, em Istambul. “Nossa intenção é termos duas freqüências diárias até a copa de 2014”, diz Kotil. (Portal Brasil).

15. “Oferta que Obama não poderia recusar”

Uma aliança forte entre Brasil e Estados Unidos poderia ser a inovação geopolítica mais importante destes tempos. Não se trata de soldados brasileiros irem morrer nas guerras arbitrárias dos norte-americanos, nem de Brasília apoiar automaticamente os ditames de Washington. Esses tempos já ficaram para trás, e os EUA não contam nem com as tropas, nem com o apoio incondicional de aliados tradicionais como ingleses ou canadenses. O Brasil também mudou: hoje não é imaginável uma aliança baseada unicamente nas prioridades e necessidades de Washington. Trata-se de chegar a uma série de acordos - muito possíveis - sobre temas essenciais para ambos os países e para o resto do mundo. Minha sugestão, então, é que o próximo presidente do Brasil faça a Barack Obama uma proposta tão atraente que este não possa dar-se ao luxo de recusá-la. Isto pressupõe algo muito difícil: deixar de acreditar que aquilo que convém aos Estados Unidos é ruim para o Brasil. Em alguns casos, é assim; em muitos outros, não. De fato, as questões nas quais existem interesses comuns são mais numerosas e importantes do que aquelas nas quais há, e continuará a haver, diferenças inconciliáveis (Por Moisés Naím, principal colunista internacional de El Pais e senior associate do Carnegie Endowment for International Peace, em Washington -, em artigo na Folha de S.Paulo).

Leia mais em:

In speech in Lebanese border town, Ahmadinejad's fiery rhetoric targets Israel

Ahmadinejad: 'Bring defeat to the Zionists'

Iran leader in Hezbollah stronghold

Donald Macintyre: Why Ahmadinejad's enemies refused to dignify his antics with a response

The Iranian bear hug

Netanyahu’s supreme test

Israel's right needs perpetual war

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Um terço dos judeus israelenses acredita que árabes não deveriam votar

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