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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Newsletter Conib - 25-11-10

Conib destaca
Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Lula defende acordo nuclear com Irã e diz que ninguém conversou com Ahmadinejad


Num balanço dos oito anos de seu governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o acordo que Brasil e Turquia mediaram com o Irã sobre o programa nuclear desse país. Lula também defendeu a relação com o presidente Mahmoud Ahmadinejad e tentou explicar a posição do iraniano sobre o Holocausto. "Ele explicou que o que quis dizer, na verdade, era que morreram 70 milhões de pessoas na Segunda Guerra, e parece que só morreram judeus", disse. Em entrevista a blogueiros, Lula disse que o acerto teve como base os parâmetros estabelecidos numa carta que recebeu do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, antes de partir para o encontro com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. Ele afirma que o Conselho de Segurança da ONU só não referendou o acordo porque o acerto foi intermediado por ele, um brasileiro nascido em Garanhuns, interior de Pernambuco, e não pelos dirigentes das Nações Unidas. (Por Jailton de Carvalho, O Globo). Leia mais em:
Lula: nenhum país queria conversar com Ahmadinejad

2. “Ouvidos de mercador”

Enquanto Lula dava entrevista a blogueiros engajados e o Rio registrava ontem 33 veículos incendiados e 21 mortos só nesta semana, a jornalista americana Roxana Saberi contava a um punhado de pessoas na Câmara como foi presa e humilhada por cem dias no Irã, reclamando a força emergente do Brasil para cobrar liberdade e os direitos civis no país. "Quando você não tem voz, como é importante que falem por você!", implorou, emocionada. Pela Constituição, artigo 4º, as relações internacionais são regidas por dez princípios. O segundo é a "prevalência dos direitos humanos". Com o Irã, porém, a política "ativa e altiva" passa longe disso. Lula arranha a bela imagem internacional do Brasil ao comparar as manifestações contra o regime Ahmadinejad a "chororô de time derrotado" e ao permitir que o Brasil continue teimosamente se abstendo nos foros de direitos humanos, inclusive no caso iraniano (Por Eliane Catanhêde, Folha de S.Paulo).
3. Se Lula fosse sindicalista no Irã estaria preso, diz jornalista iraniana

A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi, presa por cerca de cem dias pelo Irã no ano passado, se reuniu na tarde de ontem com o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, no Palácio do Planalto. Saberi entregou ao assessor carta dirigida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que pede que o governo brasileiro apele ao presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, para que liberte mais de 500 prisioneiros políticos, entre eles militantes estudantis, ativistas pelos direitos das mulheres, integrantes da oposição ao regime, jornalistas e blogueiros (Folha.com).

4. ONU teme urânio enriquecido pelo Irã


A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) recebeu com preocupação, o anúncio de que o Irã pretende enriquecer seu urânio a 20% para criar combustível para seu reator científico em Teerã. "O diretor-geral da AIEA, Yukiya Amano, recebeu com preocupação a decisão, já que pode afetar os esforços internacionais de oferecer combustível nuclear para o reator de pesquisa do Irã", afirmou Gill Tudor, porta-voz da agência. Conforme Tudor, o diretor-geral reiterou a disposição da AIEA de desempenhar um papel de mediador no assunto (DCI). Leia mais em:
Irã nega ter interrompido programa nuclear

5. ‘Lula confiou em Obama e foi ingênuo’

O escritor e historiador paquistanês Tariq Ali, radicado em Londres, disse que Lula foi ingênuo ao acreditar no pedido do presidente Obama para que negociasse com o Irã o programa nuclear desse país. Em entrevista a O Globo, Ali advertiu que mesmo que fosse dado ao Brasil e à Índia um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU os EUA ainda dariam as cartas. “A estrutura das Nações Unidas foi criada para ficar sob o controle de poucos. Não existe democracia na ONU”, disse ele (Por Renata Malkes, O Globo). Leia mais em:
Com Dilma, EUA continuarão sem "policial" na América do Sul, diz Tariq Ali

6. Alemanha bane retratos de embaixadores anteriores a 1951 por ligação com nazismo


O Ministério de Relações Exteriores da Alemanha comunicou que decidiu retirar de sua sede e de suas embaixadas todos os retratos de embaixadores anteriores a 1951, a fim de eliminar associações com a era nazista. Sobreviventes do Holocausto elogiaram esse "sinal simbólico da moral moderna da Alemanha e de maturidade política", segundo Elan Steinberg, vice-presidente da Congregação Americana de Sobreviventes do Holocausto e seus Descendentes (Notícias BOL).

7. Elogio de Bibi a Fidel irrita EUA

O primeiro-ministro israelense, Binyamin “Bibi” Netanyahu, viu-se obrigado a pedir desculpas aos EUA por ter elogiado o líder cubano Fidel Castro. O afago a Fidel havia sido feito em setembro, quando o cubano disse à revista americana The Atlantic que o “povo judeu é o povo mais sofrido do mundo” e criticou o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad por negar o Holocausto (O Estado de S.Paulo).

8. Banco israelense recebeu US$ 2,2 bi de brasileiros

Os 111 brasileiros que estão sendo investigados pela Polícia Federal sob suspeita de remessa ilegal de dólares enviaram US$ 2,2 bilhões para uma agência do Israel Discount Bank, em Nova York, entre 2000 e 2005. O valor, equivalente hoje a R$ 3,9 bilhões, foi apurado pela promotoria de Nova York numa investigação sobre lavagem de dinheiro em decorrência dos casos do Banestado, Merchants Bank e Beacon Hill, todos usados por doleiros brasileiros (Por Mario Cesar carvalho e Mônica Bergamo, Folha de S.Paulo).

9. Festival de cozinha de Israel traz Moshe Basson e a cozinha 'bíblica'


Conversar com o chef israelense Moshe Basson é como fazer uma viagem no túnel do tempo. De fala mansa e pausada, é preciso afinar os ouvidos para ouvir suas histórias passadas em tempos pré-cristãos e protagonizadas por tâmaras, figos, uvas, romãs, azeitonas, canela, cardamomo, ingredientes cercados de significado bíblico. "A canela é mencionada no Cântico dos Cânticos de Salomão. Alguns alimentos não estão na Bíblia, mas têm forte conexão com a Terra Santa", diz o chef, que está em São Paulo para participar do 4º Festival Gastronômico de Israel, no restaurante Tarsila (Por Cristiana Menichelli, O Estado de S.Paulo).

Leia mais em:
(visite nosso novo site: http://www.conib.org.br/)

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