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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Newsletter Conib - 5-11-10

Conib destaca
Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários
1. Irã é fator desestabilizador no Oriente Médio, admite príncipe saudita


O príncipe saudita Turki al-Faisal reconheceu que o Irã é um fator desestabilizador no Oriente Médio mas advertiu que os EUA não devem tomar ‘medidas militares’ contra esse país para tranqüilizar Israel. “Ninguém nega que um Irã nuclear representa grande perigo para o mundo, mas dizer que os Estados Unidos devem tomar medidas militares contra esse país para fazer avançar o processo de paz israelo-palestino é o mesmo que cortar a árvore para poder colher maçãs. E isso seria catastrófico para todo o Oriente Médio”, concluiu. O príncipe Turki, que já foi chefe do serviço secreto saudita e embaixador em Washington, falou sobre o processo de paz no Médio Oriente em discurso no Carnegie Endowment for International Peace, em Washington (Reuters). Leia mais em:
'No relations with Israel until return to '67 borders'

2. Programa iraniano pode levar a guerra em um ano, diz especialista


O avanço do programa nuclear do Irã pode levar a uma guerra com Israel dentro de um ano, na opinião de Mark Fitzpatrick, integrante do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), do Reino Unido, e ex-secretário-assistente para não-proliferação do Departamento de Estado americano. Ele está no Rio para participar da VII Conferência do Forte de Copacabana de Segurança Internacional e segue amanhã para a Argentina. Em entrevista ao IG, Fitzpatrick disse que existe o perigo de o Irã ultrapassar o limite tolerado por Israel em relação ao programa nuclear iraniano. O estoque atual do Irã de urânio pouco enriquecido é de cerca de 3 mil quilos, de acordo com o pesquisador – o suficiente para fabricar duas bombas. Ele estima que se o país chegar ao estoque capaz de produzir quatro ou cinco armas nucleares, Israel pode lançar um ataque, por se sentir ameaçado (Por Raphael Gomide, IG).

3. Egito pede a Israel que prossiga negociações de paz


O chefe do serviço secreto egípcio, Omar Suleimán, pediu a Israel que não deixe escapar a "a chance de ouro" de retomar as negociações de paz com os palestinos. "Estamos muito preocupados por fazer avançar o processo de paz", declarou à imprensa no início de uma reunião com o presidente israelense, Shimon Peres, em Tel Aviv. "Continuamos acreditando que temos uma chance de ouro nas mãos e não deveríamos perdê-la", disse. Suleimán também se reuniu com o ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, e com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. "Durante o encontro, as partes examinaram a forma de fazer avançar as negociações, com o objetivo de retomá-las e de alcançar um acordo de paz", afirmou o gabinete de Netanyahu em comunicado (The Jerusalem Post).

4. Paz estaria próxima se Rabin estivesse vivo, dizem analistas


O processo de paz entre palestinos e israelenses estaria melhor atualmente caso o ex-premiê de Israel Yitzhak Rabin, assassinado há exatos 15 anos, ainda estivesse vivo. A opinião é de especialistas, que acreditam que Rabin tinha a liderança necessária e o apoio da sociedade israelense para fazer concessões aos palestinos que eles julgavam "dolorosas". Rabin foi morto a tiros por um extremista judeu no dia 4 de novembro de 1995, em Tel Aviv. Várias homenagens foram realizadas ontem em todo o país pelo aniversário de morte do líder israelense. Ele e o líder palestino Yasser Arafat, morto em 2004, assinaram os chamados Acordos de Oslo, em 1993, que visava a criação de um Estado palestino, o fim da ocupação israelense e a garantia de segurança para Israel (Por Tariq Saleh, Noticias Terra).
5. “Caminho de Rabin ainda brilha”
A história de Rabin e a de Israel se confundem. Ele pegou em armas para defender a liberdade de Israel, e deu sua vida para assegurar o futuro de Israel. Quando ele veio à Casa Branca em 1993 para assinar uma declaração de princípios com os palestinos, era um herói militar, preparado como nenhum outro para liderar seu povo para uma nova era. Antes de apertar a mão de Yasser Arafat, um homem que durante muito tempo considerara seu inimigo, ele falou diretamente aos palestinos: "Chega de sangue e lágrimas. Não temos desejo de vingança. Não abrigamos nenhum ódio de vocês. Nós, como vocês, somos pessoas - que querem construir um lar, plantar uma árvore, amar, viver lado a lado com vocês em dignidade, como seres humanos, como homens livres. Hoje estamos dando uma chance à paz, e dizendo novamente a vocês, basta. Rezemos para chegar o dia em que todos diremos "Adeus às armas" (Por Bill Clinton, The New York Times, em artigo publicado em O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Finish Rabin’s Work

6. “Rabin: luta pela paz vira batalha contra o esquecimento”

“O primeiro-ministro Yitzhak Rabin foi morto porque se envolveu com o tráfico de drogas no país. Ou porque contrariou os ultraortodoxos em Jerusalém. Ou apenas porque o assassino, Yigal Amir não ia com a cara dele”. As afirmações, que beiram o absurdo, foram publicadas no jornal israelense Yediot Ahronot, com base em pesquisa realizada entre jovens israelenses. A pesquisa, feita entre cem soldados israelenses com idades entre 18 e 21 anos, surpreendeu Israel ao mostrar que os jovens pouco ou nada sabem sobre o líder Yitzhak Rabin. “O esquecimento é o inimigo da humanidade e da democracia”, advertiu o presidente Shimon Peres, que dividiu o Nobel da Paz, em 1994, com Rabin e com Yasser Arafat (Por Daniela Kresch, O Globo).

7. “A chave está nas mãos de Netanyahu”, diz palestino


A Autoridade Palestina resolveu dar “várias semanas” aos Estados Unidos para convencerem Israel a suspender as construções nos assentamentos judaicos na Cisjordânia e, com isso, poder retomar as negociações de paz. “A escolha é deles: os assentamentos ou a paz. A chave está nas mãos de Netanyahu”, disse Saeb Erekat, o principal negociador palestino, em declarações feitas em Washington depois de encontro com o enviado americano para o Oriente Médio, George Mitchell (Reuters). Leia mais em:
PA gives US 2 more weeks to get direct talks restarted

8. Palestinos temem que vitória republicana nos EUA mine processo de paz com Israel


O secretário-geral da Organização para Libertação da Palestina (OLP), Yasser Abbed Raboo, um dos principais assessores do presidente Mahmoud Abbas, acusou Israel de ter contribuído para os resultados das eleições americanas. Segundo ele, o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tinha um objetivo: sabotar as atuais negociações diretas entre palestinos e israelenses, retomadas há apenas dois meses. “Esses resultados mostram que Israel teve um papel nessas eleições e cooperou com elementos americanos com o objetivo de colocar obstáculos às negociações”, disse Abbed Raboo. “Mais do que qualquer coisa, isso é uma prova das intenções do governo israelense em relação ao processo de paz”, concluiu (Por Daniela Kresch, O Globo).

9. “Derrota ameaça distanciar EUA do mundo”


A derrota dos democratas, a perda de seu controle sobre a Câmara e a redução de sua maioria no Senado podem ter feito com que muitos estrangeiros ponderassem se a mão aberta do presidente recém-empossado - estendida ao Irã, à Rússia e ao Oriente Médio - se fechará, dando lugar a uma Casa Branca introspectiva e distraída, dada ao protecionismo em relação ao exterior, ao mesmo tempo em que manobra na frente doméstica os republicanos. "Depois do Obama candidato e do Obama orador, agora é o Obama político que assumirá o palco", disse Pierre Rousselin, colunista do jornal Le Figaro. Ou, nas palavras do especialista em assuntos exteriores George Friedman, "a mudança substancial no papel desempenhado pelos EUA no mundo que os europeus e os eleitores de Obama vislumbraram não se materializou. A distância entre o que Obama disse e o que realmente ocorreu é grande a ponto de moldar as percepções globais" (Por Alan Cowell, The New York Times, em artigo em O Estado de S.Paulo).

10. Netanyahu, o 24º mais poderoso do mundo, diz Forbes


A revista Forbes apontou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu como a 24ª personalidade mais poderosa do mundo: “a maior ameaça para as ambições nucleares do Irã”. A revista listou 68 pessoas mais poderosas do mundo e classificou o presidente chinês Hu Jintao em primeiro lugar seguido do norte-americano Barack Obama. O rei Abdullah bin Abdul Aziz al Saud ficou em terceiro seguido pelo primeiro-ministro russo Vladimir Putin e pelo papa Bento XVI (Haaretz). Leia mais em:
Dilma é a 16ª pessoa mais poderosa do mundo, segundo ranking da Forbes

11. 'Dilma terá de provar que não é um Lula de batom', diz The Economist


Em sua edição desta semana, a revista britânica The Economist, uma das mais influentes do mundo, analisa os desafios que a presidente eleita Dilma Rousseff terá de enfrentar quando assumir o mandato, em 1º de janeiro. “Dilma, que nunca antes ocupou um cargo para o qual tivesse sido eleita, terá de mostrar agora se será uma mera representante de Lula ou uma líder por si própria”, afirma a publicação (Veja). Leia mais em:
Brasil confirma candidatura ao comando da FAO. Lula é cotado para disputar o cargo

12. Hillary reafirma apoio dos EUA à estabilidade do Líbano


A secretária americana de Estado, Hillary Clinton, endossou o apoio dos Estados Unidos à "estabilidade" do Líbano, e chamou o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, "para reafirmar o forte compromisso de Washington com a soberania, independência e estabilidade” desse país, segundo comunicado. A informação foi divulgada no momento em que o Hezbollah e seu aliado cristão, Michel Aoun, boicotaram pela primeira vez nesta quinta-feira uma sessão de diálogo nacional no Líbano, em meio à crise vinculada ao tribunal responsável por investigar o assassinato do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri (AFP).

13. Hezbollah critica Nações Unidas após relatório sobre milícias


O grupo xiita Hezbollah criticou a Organização das Nações Unidas depois de um recente relatório, em que o secretário-geral Ban Ki-moon alertou para o risco de confronto com milícias ligadas a partidos libaneses. Além disso, integrantes do grupo libanês acusaram Ban Ki-moon de ser preconceituoso ao dizer que houve deterioração na região sul do Líbano, onde atuam 12 mil homens das tropas de paz. O relatório condena violações a resoluções da ONU, destacando obstáculos que o grupo cria para o movimento das Forças Armadas do Líbano. Para o Hezbollah, no entanto, o texto foi escrito pelos Estados Unidos, sob orientação de autoridades israelenses, e a ONU deixou de ser confiável. O Estado israelense acusa o grupo de ter acumulado mais de 55 mil mísseis na região que faz fronteira com o Estado judaico (Por Naum Sirotsky, Ultimo Segundo). Leia mais em:
Hizbullah boycotts Lebanese talks over UN tribunal

14. Primeira rabina desde o Holocausto é ordenada na Alemanha


Pela primeira vez em 75 anos, uma mulher foi ordenada rabina ontem na Alemanha, marcando a retomada de uma comunidade judaica devastada pelo Holocausto. Alina Treiger, 31 anos, originária da Ucrânia, tornou-se sacerdote do culto judaico durante cerimônia em sinagoga do oeste de Berlim, que contou com a presença do presidente, Christian Wulff. Ela é a segunda mulher ordenada rabina na Alemanha. A primeira foi Regina Jonas, em 1935 - assassinada em Auschwitz em 1944, aos 42 anos. "Devemos encher nossos corações de amor. E estar unidos no amor pelo bem e pela vontade de impedir a violência e o conflito", disse durante uma "oração para a Alemanha" pronunciada ao término de sua ordenação (AFP).

15. “Shoah” volta às telas nos EUA em dezembro


O documentário Shoah, um dos mais importantes filmes sobre o Holocausto, vai voltar aos cinemas 25 anos depois da sua estréia. "Shoah" vai ser exibido em dezembro nos cinemas Lincoln Plaza e IFC Centre, em Nova York, para comemorar os 25 anos da sua estreia. O filme entra em circuito comercial nos EUA em 2011. "A memória é reativada cada vez que "Shoah" é visto em qualquer lugar do mundo. Durante muitos anos, o filme esteve incompreensivelmente ausente dos cinemas de Nova York; esta é uma boa oportunidade para mostrá-lo novamente", disse o cineasta francês Claude Lanzmann, autor do filme (Holocausto).

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