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terça-feira, 12 de abril de 2011

Newsletter Conib - 12-04-11


Conib destaca
Terça-feira, 12 de Abril de 2011
 
1. Os neonazistas são bem mais que meia dúzia, afirma delegado
A recente identificação de 25 gangues de skinheads pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, e a participação de movimentos de ultra direita no ato de apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no último sábado, na Avenida Paulista, colocam em debate a presença, cada vez mais evidente, de grupos neonazistas no Brasil. Mas há motivos reais para preocupação? Para o delegado Paulo César Jardim, da Primeira Delegacia de Policia de Porto Alegre, a resposta é sim, sobretudo, diante da possibilidade de conexão com outros tipos de criminosos. Responsável pelo comando do Grupo de Combate ao Movimento Neonazista da Polícia do Rio Grande do Sul, Jardim destaca que a quantidade de seguidores dos ideais de Adolph Hitler é "bem maior do que a meia dúzia que as pessoas pensam". Sem revelar detalhes, o delegado, que, no ano passado, alertou o senador Paulo Paim (PT-RS) sobre possível ataque, expressa preocupação particular em relação à proximidade com a Argentina, país escolhido por oficiais nazistas como refúgio após a Segunda Guerra Mundial (Por Ana Claudia Barros, Jornal do Brasil).


2. Dilma e chinês citarão direitos humanos


Direitos humanos - o tema que a presidente Dilma Rousseff pretende colocar no centro de sua política externa - estarão mencionados na declaração conjunta que os governos do Brasil e da China divulgam hoje, após o encontro entre Dilma e seu colega chinês, Hu Jintao. A presidente chegou ontem a Pequim, para uma visita oficial de cinco dias. Mas não será, como é óbvio, julgamento do comportamento de qualquer um dos dois governos na matéria. Será a retomada do chamado "diálogo" em torno do assunto, lançado ainda na gestão Luiz Inácio Lula da Silva e praticamente abandonado desde então. A declaração mencionará a troca de experiências na matéria, mas centrada numa visão mais abrangente de direitos humanos, que inclui, além dos clássicos direitos políticos, também os sociais. A China tem um enorme passivo em liberdades públicas em geral, o que se tornou ainda mais visível às vésperas da chegada de Dilma, com o desaparecimento do artista Ai Weiwei, detido quando embarcava para Hong Kong (Por Clovis Rossi, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Dilma discute direitos humanos com presidente chinês

3. “Mudança de postura sobre Irã vira marca da política externa de Dilma”


Cem dias é período curto para a diplomacia, feita de palavras cuidadosamente ditas e fotos cautelosamente produzidas - movimentos que podem levar anos para produzir resultados. Ainda assim, é na política externa que Dilma Rousseff parece ter marcado a maior diferença em relação a seu antecessor. Com a bandeira dos direitos humanos, a presidente se distanciou de “amigos” incômodos, como o Irã, e ganhou o aplauso de “amigos” que andavam distantes, como os Estados Unidos. Para Rui Quintas, especialista em política externa do Ibmec Rio, “ficou mais claro, em relação aos direitos humanos, que o tom não é o mesmo [de Lula], de complacência" (Por Maurício Moraes, R7). Leia mais em:
“Os primeiros cem dias”
“Em cem dias, Dilma inova a política econômica e se arrisca”
Acordo entre países criará metas para transparência

4. Irã construirá '4 ou 5' reatores de pesquisa nuclear


O Irã continuará a enriquecer urânio a 20% para usá-lo com combustível nuclear, a fim de abastecer "quatro ou cinco" reatores de pesquisa nuclear que pretende construir "nos próximos anos", segundo anunciou um alto funcionário do programa nuclear iraniano. A informação foi dada pelo chefe da organização de energia atômica do Irã, Fereydoon Abbasi Davani, que assumiu o posto em fevereiro. Segundo ele, os reatores terão potência de entre 10 e 20 megawatts. Davani disse que o Irã não pedirá permissão a ninguém para enriquecer urânio a 20%. Os reatores ficarão em diferentes províncias, disse ele, sem dar mais detalhes. O primeiro deve ficar pronto "em três a quatro anos" (Agência Estado).

5. Israel estuda estratégia para conter ofensiva diplomática palestina


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está considerando uma nova retirada das forças de defesa da Cisjordânia para tentar conter o “tsunami diplomático” palestino, que pode levar ao reconhecimento de um Estado (palestino) com base nas fronteiras anteriores a 1967 na Assembléia Geral das Nações Unidas. O alcance da medida não foi detalhado, mas acredita-se que a decisão não incluirá uma retirada dos assentamentos judaicos (Aurora). Leia mais em:
Fayyad to tell West: We're ready for statehood
UN report: Palestinian Authority is paving the way to statehood
Half of Americans oppose unilateral creation of 'Palestine'

6. Netanyahu pede apoio da UE contra envio de nova frota à Gaza


O primeiro-ministro israelense pediu o apoio da União Europeia (UE) para impedir o envio de nova “frota da paz” para a Faixa de Gaza, o que considerou “uma provocação”. “Temos informação de que no final de maio ou princípio de junho haverá o envio de nova frota para Gaza. Não se trata de uma 'frota de paz' mas de uma provocação deliberada destinada a incendiar esta parte da região”, disse Benjamin Netanyahu em almoço com embaixadores de países membros da UE em Jerusalém (Jornal da Madeira). Leia mais em:
Israel urges Europe to stop 'Freedom Flotilla 2' from sailing to Gaza

7. Autor falará sobre “Armadilha em Gaza” na Hebraica


O jornalista Jaime Spitzcovsky, diretor de relações institucionais da Conib, receberá o cientista político Jorge Zaverucha para um bate-papo, com coquetel e sessão de autógrafos, no domingo na Plenária da Hebraica. Zaverucha falará sobre o seu livro “Armadilha em Gaza”, no qual mostra como foi montada a estratégia política para furar o bloqueio à Faixa de Gaza e promover a “deslegitimização” de Israel. Zaverucha é mestre em Ciência Política pela Universidade Hebraica de Jerusalém e doutor em Ciência Política pela Universidade de Chicago. Atualmente, dirige o Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas e de Criminalidade da Universidade Federal de Pernambuco (Hebraica). Leia mais em:
Bate-papo com Jorge Zaverucha, autor de 'Armadilha em Gaza'
Jorge Zaverucha lança "Armadilha em Gaza"

8. Ministro da França diz que Otan não está fazendo o suficiente para proteger civis na Líbia


O chanceler francês, Alain Juppé, acusou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) de não estar fazendo o suficiente para proteger os civis na Líbia. Juppé se referiu especialmente a Misurata - única cidade sob controle dos rebeldes no oeste da Líbia -, onde, para ele, a Otan deveria destruir as armas pesadas que estão sendo usadas pelas tropas do ditador Muamar Gaddafi. O ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, também pediu mais esforços da Otan. “A Otan deve cumprir plenamente seu papel. Quis assumir a direção das operações e nós aceitamos. Agora deve cumprir seu papel, o que significa impedir que Gaddafi utilize armas pesada para bombardear a população civil”, disse Juppé à rádio France Info antes de viajar para Doha, para se reunir com grupo de contato da Líbia (O Globo). Leia mais em:
Otan rebate críticas e diz que faz "ótimo trabalho" na Líbia
France and Britain Urge Stronger NATO Action in Libya
Filho de Gaddafi afasta a hipótese de o pai deixar o poder

9. Julgamento de nazista há 50 anos ajudou a unificar Israel


O julgamento, há 50 anos, do nazista Adolf Eichmann por crimes de guerra ajudou a consolidar o jovem Estado de Israel ao permitir que o povo judeu falasse abertamente sobre o Holocausto. "Para os judeus", disse o historiador israelense Tom Segev, "sempre houve dois Adolfs". Adolf Hitler se suicidou nas ruínas do seu abrigo subterrâneo em Berlim, mas o outro Adolf, o tenente-coronel Eichmann, tido como o arquiteto do Holocausto, fugiu para a Argentina. Há 50 anos, na manhã do dia 11 de abril de 1961, o "segundo Adolf" enfrentou a Justiça em um tribunal em Jerusalém. O julgamento ajudou a criar o moderno Estado de Israel e tem profundas implicações para o mundo hoje. "Quando me apresento diante de vocês", disse ao tribunal, na ocasião, o chefe da promotoria, Gideon Hausner, "não estou só. Comigo, nesse momento, estão seis milhões de promotores" (Por Gavin Esler, BBC Brasil). Leia mais em:
In hiding after the Holocaust, Eichmann wanted to 'come home' to Germany
El hombre que detuvo a Ana Frank fue tras la guerra espía de República Federal de Alemania

10. Empresas israelenses apresentam novas tecnologias


Representantes de empresas israelenses apresentaram estratégias de gestão na área de segurança pública para o governo do Ceará, que pretende analisar os projetos para poder aplicá-los no Estado. A comitiva de empresários, que após a passagem por Fortaleza seguirá para o Rio de Janeiro e, posteriormente, São Paulo, tratou da necessidade de se desenvolver a segurança pública, especialmente voltada para megaeventos esportivos que estão previstos no País, além da melhoria da infraestrutura do Nordeste. De acordo com o cônsul da Missão Econômica da Embaixada de Israel no Brasil, Noy Nir, essa reunião será a primeira de muitas com o Estado. “O Ceará tem uma história longa com Israel de cooperação. Nos anos 70, no setor agrícola e agora o governo de Israel quis investir em mais setores e, nesse momento, em Segurança Pública. Israel virou líder mundial em Segurança, queremos um debate sobre isso também”, aponta Nir (O Povo Online).

11. Fotos de família judia lançam olhar intimista sobre o Irã pré-revolução


Antes da Revolução Islâmica no Irã, em 1979, era possível presenciar no país cenas como as retratadas na mostra "Iran Before the Chador" (Irã antes do chador), exposta na galeria R&R, de Los Angeles. As imagens foram reunidas por um rapper que se diz "meio iraniano, meio britânico" e se identifica como Malkovich Music. Elas expõem cenas do cotidiano de uma família judia iraniana, que se mudou para Los Angeles após a revolução. Os autores da foto e seus personagens não foram identificados por temor de represálias do governo iraniano. "Claro que todos os velhos membros da minha família sentem muita falta de casa. Mas o Irã não é o que eles lembram", diz à BBC Brasil o rapper e curador da mostra (BBC Brasil).

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