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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Newsletter Conib - 13-05-11

Conib destaca
Sexta-feira, 13 de Maio de 2011
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Humorista pede desculpa após piada antissemita causar polêmica na internet


Ao comentar a polêmica sobre a estação, o humorista Danilo Gentili, do programa CQC da TV Bandeirantes, escreveu: "Entendo os velhos de Higienópolis temerem o metrô. A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz". Rapidamente, a frase foi "retuitada" por centenas de internautas - e desencadeou críticas com a mesma velocidade. "Vergonhoso uma figura de conhecimento nacional se expor de tal fato!", escreveu Alberto Faria. "Proteste contra a piada sem graça do @danilogentili usando #calabocadanilo", publicou Daniel Landi. O humorista chegou a apagar a mensagem, mas o recuo causou ainda mais repercussão. "Faltou coragem de assumir a idiotice que postou? Não era melhor pedir desculpas?", indagou Léo Veimrober. Gentili não foi o único na internet a fazer ontem comentários antissemitas. O campo de concentração de Auschwitz é um dos maiores símbolos do Holocausto promovido por nazistas contra judeus na Segunda Guerra. Estima-se que mais de um milhão de pessoas tenham sido mortas no local. A equipe jurídica da Federação Israelita de São Paulo informou que já está tomando as devidas medidas para que os posts sejam apagados e os envolvidos punidos pela justiça (Por Gabriel Pinheiro, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
 
John Galliano vai a julgamento no dia 22 de junho

Neonazista é morto nos EUA e filho que seguia ideologia é acusado

2. “Higienópolis: o preconceito estúpido da imprensa contra gente decente avançou para o antissemitismo neonazista”


“O preconceito às avessas é uma arma política cada vez mais quente no país. Em nome do combate à discriminação, discrimina-se; em nome da igualdade, faz-se a apologia da desigualdade; em nome da crítica à insensibilidade dos ricos, exercita-se o pobrismo mais vagabundo. O ‘pobrismo’ não se traduz por amor, admiração ou respeito pelos pobres. Ao contrário: ele significa a consolidação da diferença, como se “eles”, os pobres, existissem como animais de uma outra natureza, distinta da nossa; como se fossem uma variante antropológica. É evidente, sempre chamo as coisas pelo nome, que a consolidação dessa estupidez se deu com a chegada do PT ao poder. Por que isso tudo? Todos vocês estão sabendo. A chamada Linha 6-Laranja, do Metrô, tinha previsto, inicialmente, uma estação na avenida Angélica, principal artéria que serve o bairro — onde, segundo parece, moram todos os “ricos” do Brasil (Por Reinaldo Azevedo, Veja). Leia mais em:
Lula diz que caso é absurdo e mostra preconceito
Para Lula, movimento de moradores de Higienópolis contra metrô é "preconceituoso"

3. Aos 91, guarda de campo nazista é condenado por tribunal alemão

Um tribunal de Munique, na Alemanha, condenou John Demjanjuk, 91, a cinco anos de prisão por sua participação no assassinato de cerca de 28 mil judeus no campo de concentração nazista de Sobibor (Polônia), na Segunda Guerra (1939-45). Demjanjuk era um dos guardas do campo. Apesar da condenação, o juiz do caso, Ralph Alt, mandou soltá-lo, sob o argumento da idade avançada e de que ele já havia ficado preso por dois anos antes do julgamento. A decisão de não prendê-lo provocou protestos de sobreviventes do Holocausto e foi criticada por Martin Mendelsohn, advogado de vítimas de Sobibor e conselheiro do Centro Simon Wiesenthal. Os promotores enfrentaram dificuldades para provar a cumplicidade do acusado, pois não havia testemunha sobrevivente de sues crimes (Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Tribunal da Alemanha liberta nazista condenado a cinco anos de prisão por mortes de judeus em campo de concentração
Alemanha: Centro Wiesenthal reage contra libertação de Demjanjuk

4. “Uma judia alemã construiu o arquivo fotográfico do Vaticano”


A história de Hermine Speier (1898-1989), que estudou arqueologia sob a orientação de Ludwig Curtius na Universidade de Heidelberg e começou a trabalhar no Vaticano em 1934 a pedido de Pio XI, reorganizando os arquivos fotográficos dos museus do Vaticano, “pode ser lida de várias maneiras”, segundo Paolo Vian, autor de um artigo sobre ela. Speier foi morar com as religiosas das Catacumbas de Santa Priscila, na Via Salária, em outubro de 1943, quando a ferocidade nazista arremeteu contra a comunidade judaica de Roma. O esconderijo era muito seguro: se a casa fosse tomada, Speier e os outros 'evadidos' poderiam fugir por um túnel secreto próximo às catacumbas, como os cristãos perseguidos muitos séculos antes. Sua história pode ser vista sob a ótica dos intelectuais judeus emigrados da Alemanha, como um passo importante na afirmação da presença feminina no Vaticano, ou como um importante momento no trabalho da Santa Sé nos anos 30 e 40 para ajudar uma minoria perseguida. Mas é também a história de uma arqueóloga que se revela uma parábola rica de significado”, destaca. “Uma judia alemã, estudante dos clássicos, que acha refúgio no Vaticano durante as noites mais negras da barbárie do século XX, e que descobre à sombra de Pedro um lugar para se refugiar e do qual testemunhar o humanismo, maior herança do 'mais autêntico espírito alemão'. Este encontro entre o humanismo alemão, o judaísmo e o cristianismo é único para refletir e meditar” (Zenit).

5. Obama diz querer recomeçar relação com mundo árabe pós-Bin Laden


Fazendo um paralelo entre a morte do chefe da Al Qaeda e as revoltas populares em diversos países, o presidente americano Barack Obama deve anunciar que pretende recomeçar a relação dos EUA com o mundo árabe "pós-Bin Laden" no discurso que fará na próxima semana, indicou o governo. O pronunciamento de Obama deve ser marcado pelo tom de que "Bin Laden é o passado, e o que está acontecendo na região é o futuro", disse um dos seus conselheiros de segurança nacional, Benjamin J. Rhodes. O impacto direto da morte do terrorista para a política externa americana na região, contudo, ainda é visto com dúvidas por membros do alto escalão do governo. Para alguns, a derrubada de Bin Laden dá aos EUA a chance de avançar com mudanças políticas na região porque faz com que países como Egito e Síria tenham menos probabilidade de se inclinar ao extremismo (The New York Times, em matéria na Folha.com). Leia mais em:
Obama falará ao mundo muçulmano, diz Wall Street Journal

6. Amorim sugere que Brasil atue como mediador entre EUA e o mundo árabe


O Brasil pode utilizar sua crescente influência diplomática para fazer a mediação entre os Estados Unidos e o mundo árabe, sugeriu o ex-chanceler Celso Amorim, em seu primeiro artigo escrito após deixar o cargo. "Não seria o momento de utilizar as boas relações do Brasil - e de outros países sul-americanos - com o mundo árabe para iniciar um novo diálogo (com os Estados Unidos)?", pergunta-se Amorim em artigo publicado em inglês pela revista America's Quarterly. "Talvez uma visão menos maniqueísta e mais sutil da realidade, como a demonstrada pelo Brasil e por outros países sul-americanos, seria útil na hora de lidar com estas situações espinhosas, espacialmente no Oriente Médio", acrescentou Amorim, após fazer um relato de seus oito anos à frente da diplomacia brasileira (RNW).

7. Enviado dos EUA chega ao Brasil para aprofundar discussões de Obama


O subsecretário de Estado para Assuntos Políticos, William J. Burns, chegou na quarta-feira ao Brasil para uma série de conversas com autoridades brasileiras. As reuniões foram pré-agendadas durante a visita ao Brasil do presidente norte-americano, Barack Obama, em março. Em nota, a Embaixada dos Estados Unidos destacou o nível de parceria que marca as relações com o Brasil. “A visita do presidente Barack Obama ao Brasil, em março, ressaltou a profunda relação entre os Estados Unidos e o Brasil como parceiros iguais, fundamentada em valores e princípios compartilhados e caracterizada pelos vínculos de amizade que aproximaram nossas nações no decorrer de nossas histórias”, diz o texto da nota (Jornal do Brasil).

8. “A política externa dos EUA pós-Bin Laden”


O que será que muda na política externa americana com a morte de Osama Bin Laden? Essa pergunta vem ocupando muitos analistas nos últimos dias. Para alguns, a resiliência do complexo industrial-militar dos EUA vai evitar freadas bruscas nas guerras que Washington trava ao redor do mundo. Principalmente, não deve mudar muito o ritmo de retirada das tropas americanas do Afeganistão. Para outros, a morte de Bin Laden -- encontrado em território paquistanês, bem longe da fronteira do Afeganistão, é bom lembrar -- deixa os EUA sem muita justificativa para manter seu projeto de construção de nação no país dos Taleban. Os dois mais respeitados legisladores americanos quando se trata de política externa -- o senador democrata John Kerry e o republicano Dick Lugar-- foram a público argumentar que os enormes contingentes americanos no Afeganistão já não fazem muito sentido. Rheva Balla, diretora de pesquisas da respeitada consultoria de risco geopolítico Stratfor, diz que “os EUA estão reorganizando as prioridades de seu portfólio de política externa e a guerra no Afeganistão não vai estar entre as prioridades estratégicas". "Vamos voltar nossa atenção aos países que se aproveitaram de nossas preocupações com o mundo islâmico na última década, como China, Rússia e Irã" (Por Patrícia Campos Mello, Folha.com).

9. “Bin Laden só pensava naquilo”

Quem imaginava que Osama Bin Laden passava seus dias como um líder terrorista isolado e aposentado, mero espectador da realidade no mundo e de suas próprias imagens na TV estava enganado. Diários manuscritos e documentos apreendidos pelo comando especial americano que o eliminou no dia 1º de maio revelam que o chefe da rede Al Qaeda estava em plena atividade, em contato com lideranças regionais do grupo, e obcecado por arquitetar novos atentados contra os Estados unidos e outros países do ocidente (Por Fernando Eichenberg, O Globo). Leia mais em:
O mundo após Osama Bin Laden

10. “Licença para matar?”


“A Justiça foi feita”. A frase marcou os discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, após o anúncio da morte do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama Bin Laden, no domingo 1º. À luz do direito internacional, no entanto, a declaração é falaciosa, alerta o colunista Wálter Fanganiello Maierovitch, desembargador aposentado e presidente do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone, de combate ao crime organizado. “Obama deu continuidade à doutrina Bush, de dar licença para matar, em vez de capturar e julgar os acusados de envolvimento com o terrorismo” (Por Wálter Fanganiello Maierovitch, em artigo no Correio Braziliense).

11. ''O Hamas tem se mostrado muito moderado e pragmático''


“Se não reconhecer o Hamas como parte do futuro Estado palestino, a comunidade internacional terá de aceitar a Irmandade Muçulmana - da qual o grupo palestino provém - nos países árabes que estão vivendo revoluções pró-democracia”. A observação é de Ahmed Youssef, até dois meses atrás conselheiro político do primeiro-ministro da Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, dirigente do Hamas. Em entrevista ao Estado, Youssef, considerado uma das vozes moderadas do grupo, que dirige o Instituto Palestino para Estudos de Resoluções de Conflitos e Governança, ligado ao movimento, diz ter recomendado aos dirigentes do Hamas e do Fatah a reconciliação. Para Yousef, a primavera árabe e o fracasso das negociações de paz entre o Fatah e Israel tornaram possível o acordo. Ele reconhece também que o apoio da Síria, em meio à repressão contra sua população, constrange o Hamas (Por Lourival Sant’Anna, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Abbas calls on Fatah to seek new presidential candidate
Israeli-Palestinian tensions rise in Jerusalem, West Bank as Nakba Day nears
Governo de unidade palestino deve ser formado em uma semana

12. Antes de reunião na Casa Branca, líder rebelde líbio pede apoio dos EUA


Um dia antes de ser recebido na Casa Branca, o chefe dos rebeldes líbios, Mahmoud Jibril, pediu aos Estados Unidos que reconheçam a liderança do Conselho Nacional de Transição como "único interlocutor legítimo do povo líbio". "Precisamos de reconhecimento", disse Jibril ao ser indagado sobre a expectativa da conversa com um dos assessores de segurança nacional do governo americano, Tom Donilon. "Tudo o que queremos é que o mundo entenda nossa causa e nos ajude a conseguir cumprir nossos direitos legítimos". A visita acontece no momento em que o governo do presidente americano Barack Obama aumenta seus contatos com a oposição na Líbia, que busca derrubar o ditador Muammar Gaddafi, no poder há 40 anos (Folha.com).

13. ONU denuncia 850 mortos em repressão na Síria e faz apelo a Assad


O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos revelou que 850 pessoas foram mortas pelas forças de segurança sírias desde o início das manifestações contra o governo de Bashar Assad. O porta-voz da organização Rupert Colville disse que a estimativa foi feita com base em informações fornecidas por ativistas de direitos humanos e “é muito provável que seja verdadeira". "Pedimos mais uma vez ao governo (sírio) o fim da repressão e das prisões para silenciar a oposição”, disse (Reuters). Leia mais em:
Síria isola áreas para tentar impedir protestos; número de mortos pode chegar a 850, diz escritório da ONU
Russia FM: Specter of foreign intervention sustains Syria crisis

14. Sanções retardam programa nuclear do Irã, diz ONU


As sanções internacionais estão retardando o programa nuclear do Irã, porém a república islâmica desobedeceu repetidas vezes um embargo à venda de armas e as enviou à Síria, afirmaram especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) em relatório. Seis das nove violações de um embargo das Nações Unidas sobre os controversos envios de armas pelo Irã envolvem a Síria, segundo o documento. O Conselho de Segurança (CS) da ONU já aprovou quatro rodadas de sanções contra o Irã pelo fato de o país persa enriquecer urânio, o que, na opinião das nações ocidentais, encobre um programa para fabricação de armas nucleares. Um painel de especialistas que monitoram as sanções dizem que o Irã as está contornando, porém o programa nuclear foi atingido (Agência Estado).

15. Taleban reivindica atentado que matou ao menos 80 no Paquistão


Naquilo que chamou de "primeira ação de vingança pelo mártir Osama Bin Laden", o Taleban paquistanês reivindicou a autoria do atentado que matou 80 pessoas na manhã de hoje em Charsadda, cidade que fica na região tribal do noroeste do país. O ataque ocorreu quando recrutas do Corpo de Fronteira, unidade paramilitar comandada pelo Exército que patrulha as áreas tribais, saíam para uma licença de dez dias. "Foi horrível. Primeiro houve uma explosão menor, quando os cadetes entravam em vans, depois uma grande explosão", afirmou por telefone à Folha o comandante local, Akbar Hoti. Ele tem dúvidas, contudo, de que o ataque tenha algo a ver com vingança pela morte de Bin Laden em uma operação norte-americana na cidade de Abbottabad no dia 2. "Temos isso aqui todos os dias", disse (Por Igor Gielow, Folha.com). Leia mais em:
Taleban reivindicada ataque no Paquistão como vingança pela morte de Bin Laden

16. Internet, uma ‘faca de dois gumes’ para a 'primavera árabe'


Facebook, Twitter e outras redes sociais desempenharam um papel considerável nos países árabes, mas a internet também pode ser utilizada pelos líderes ameaçados para consolidar seu poder, afirmou a Anistia Internacional (AI) em um informe publicado nesta sexta-feira. "Não há nenhuma dúvida de que as redes sociais tenham desempenhado um papel muito importante ao permitir que as pessoas se reunam", declarou à AFP em Londres o secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Shetty. "Mas temos que ter sempre em mente que isso dá também aos governos a oportunidade de tomar medidas duras contra a população", acrescentou, coincidindo com a publicação do informe anual sobre a situação dos direitos humanos no mundo. "Os governos lutam para recuperar a iniciativa ou para utilizar esta tecnologia contra os militantes", afirma o documento (AFP). Leia mais em:
AI quer aproveitar revoltas árabes para buscar mudanças nos DH

17. Público brasiliense poderá saborear culinária israelense em festival


Israel é um país jovem. Tem somente 63 anos. As pessoas ainda chegam de todas as partes do mundo, como Europa, África e Ásia, e cada uma delas leva um pouco da sua cultura. Na cozinha, o resultado é uma mistura de sabores orientais e ocidentais. À mesa, têm lugar garantido o homus (pasta de grão de bico), saboreado em todas as refeições, e o falafel (bolinho frito de grão de bico). Há quem acredite que, em Israel, todas as pessoas são extremamente religiosas e, por isso, alguns ingredientes não são permitidos na alimentação. Contudo, a composição da população contraria essa impressão. Cerca de 25% dos habitantes são muitos religiosos, enquanto outros 25% consideram-se moderados. Já metade da população não segue nenhuma doutrina e come de tudo. O embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher, explica que os judeus ortodoxos não comem frutos do mar e carne ou derivados do porco. Também não é permitido comer, ao mesmo tempo, carne e leite (e seus derivados). Funciona da seguinte forma, caso tenham tomado leite ou comido algum de seus derivados, terão que esperar cerca de 1h para comer carne. Mas, se comer carne e quiser algum derivado de leite, terá que esperar por 6h. “Já os não ortodoxos geralmente não seguem essa linha mais rígida e comem o que quiserem”, conta. Mas para que o brasiliense possa tirar suas próprias conclusões, a Embaixada de Israel promove, de hoje ao próximo sábado, o Festival de Gastronomia Israelense do Bier Fass, no Pontão do Lago Sul (Por Rebeca Ramos, Correio Braziliense).

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