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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Newsletter Conib - 20-05-11

Conib destaca
Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Comunidade judaica critica proposta de Marta Suplicy que permite ofensas a minorias em cultos


Entidades da comunidade judaica criticaram a proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que altera a Lei Afonso Arinos e abre brecha para permitir que religiosos possam ofender homossexuais durante os cultos. Marta é relatora do projeto que prevê criminalização da homofobia. A petista incluiu a proposta no artigo 20 da lei, que penaliza quem pratica a discriminação e incita o preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional (estrangeiros). Segundo o texto proposto pela senadora, manifestações em cultos não poderiam ser enquadradas como crime de preconceito racial, religioso ou mesmo sexual. O advogado criminalista Octavio Aronis, que trabalha de forma voluntária para a Federação Israelita Paulista e a Confederação Israelita do Brasil (Conib) foi duro nas críticas e afirmou que a emenda de Marta joga no lixo a Lei Afonso Arinos. “Essa modificação não faz o menor sentido e vai abrir precedentes porque é muito difícil julgar o que é manifestação pacífica de pensamento. Vai abrir margem para qualquer coisa. Imagine nos tribunais: não, foi uma manifestação pacífica, não quis ofender e nem acusar ninguém! É rasgar a lei, que é espetacular no combate aos crimes raciais e invejada em outros países. E altera o artigo 20, que é o artigo capital, o mais importante, que se permite trazer a materialidade do crime - afirmou Octavio Aronis, que citou o exemplo dos próprios judeus. O rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP), afirmou que a liberdade de expressão não pode ser absoluta e também questionou a proposta da senadora. “É preciso tomar cuidado. Sermões e pregações contra homossexuais, judeus, nordestinos... É péssimo, é terrível. É um desafio velho: fomentar a liberdade de expressão e colocar limite. Acho prudente que a senadora repense a inclusão dessa emenda – concluiu o rabino (Por Evandro Éboli, O Globo). Leia mais em:
Judeus: emenda estimula preconceito

2. Netanyahu para Obama: “Não varra os problemas para debaixo do tapete”


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que vai levar para a reunião com o presidente Barak Obama as “principais questões” do conflito israelo-palestino e advertiu: “O que não pode acontecer é varrer a sujeira para debaixo do tapete”. “Às vezes ser correto também significa ser inteligente”, disse ele, trocando a frase que diz que às vezes “é melhor ser inteligente do que estar certo”. A caminho de Washington no avião que levou o primeiro-ministro, um funcionário israelense disse que o discurso de Obama mostrou que o presidente americano não compreende a real extensão do conflito. Netanyahu pretende expor os pontos de vista de Israel no encontro de hoje com Obama e no discurso que fará no Congresso americano (Por Herb Keinon, The Jerusalém Post). Leia mais em:
Obama e Netanyahu têm encontro decisivo na Casa Branca
Discurso de Obama aumenta pressão sobre Netanyahu
Obama Mideast speech shows disconnect from Israel's reality, senior official says
Netanyahu associate: Obama detached from reality
 

3. Obama pede Palestina em área ocupada


O presidente americano, Barack Obama, defendeu ontem a criação de um Estado palestino com base nas fronteiras de antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967. É a primeira vez que ele defende que as negociações de paz entre Israel e palestinos sejam realizadas sob esses termos. O seu antecessor, George W. Bush, dizia que um retorno às fronteiras pré-1967 "não era realista". "Eu sei que esses passos sozinhos não vão resolver o conflito. Duas questões emocionais e dolorosas persistem: o futuro de Jerusalém e o destinos dos refugiados palestinos", disse Obama, em seu discurso mais abrangente sobre o Oriente Médio, depois da morte de Osama Bin Laden e da queda dos governos da Tunísia e do Egito (Por Álvaro Fagundes, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Em discurso histórico, Obama defende Estado palestino em fronteiras pré-67
Obama reafirma à BBC fronteiras de 67 como base para paz no Oriente Médio
Obama prods Mideast allies to embrace reform, make peace

4. “Obama usa povo judeu como moeda de troca na sua ‘negociação’ com o mundo islâmico”


É a primeira vez que a questão é posta nesses termos pelo governo americano. Agora, sim, Obama fez um discurso “histórico” — entrará para a história da infâmia e já vou dizer por quê. A ser verdade que a paz no Oriente Médio depende de se restabelecerem as fronteiras de 1967, tem-se que ou Israel cede a essa exigência ou será o responsável por tudo o que de ruim aconteça na região — e no mundo. Podem espernear com o que vem agora, não ligo: Hitler também dizia que, se a Alemanha fosse destruída um dia, seria um sinal de vitória dos… judeus. Não estou “comparando” uma personagem a outra; estou apontando o perigoso reducionismo de Obama. Obama foi estupidamente ousado e errado: “No momento em que o povo do Oriente Médio e do Norte da África está se livrando do peso do passado, o esforço por uma paz duradoura [no Oriente Médio], que ponha fim aos conflitos e atenda às reivindicações, é mais urgente do que nunca”. É mesmo? Algumas perguntas óbvias: o que uma coisa tem a ver com a outra? Qual é a relação direta entre a emergência de movimentos ditos democratizantes no mundo muçulmano e a criação de um estado palestino nas fronteiras de 1967? Nenhuma! Se Israel cedesse à reivindicação amanhã, o terrorismo islâmico desapareceria? Não! Israel seria reconhecido por aqueles que ainda hoje dizem querer destruí-lo? Não! Qual é a relação entre o jihadismo e a questão israelo-palestina? Nenhuma! Obama criou um bode expiatório para a sua desastrada política no Oriente Médio: Israel. Se a paz não triunfar, “é porque os judeus terão vencido”, como queria o facinoroso (Por Reinaldo Azevedo, Veja).

5. “Um país para chamar de seu”


O rolo entre Israel e Palestina, cuja temperatura volta a subir, é apenas o mais visível entre algumas histórias inacabadas da Segunda Guerra Mundial. Índia e Paquistão eram um só país e viraram dois, com a independência diante do Império Britânico. Como é sabido também que os judeus aproveitaram a resolução da ONU de 1947 que dividia em duas a área do mandato britânico, para criar um estado nacional. Os árabes não aceitaram a divisão, não fundaram seu próprio país e preferiram apostar numa ofensiva militar conjunta para conseguir no campo de batalha o que não haviam alcançado na ONU. Impedir a fundação de Israel. Mas o destino daquela primeira guerra árabe-israelense de 1948-49 caminhou ao contrário. Israel acabou ampliando o território para além das fronteiras estabelecidas pela ONU. Uma lógica que se repetiria depois. Em 1949 um armistício estabilizou o front em linhas que seriam novamente mudadas em 1967, também em desfavor do lado árabe e também em consequência de uma derrota militar. Mas a história não se move por critérios de justiça derivados de documentos históricos. Pois cada um tem seu país. Quem tem um país para chamar de seu acaba tangido a cuidar dele. Quem não tem — ou está ameaçado de perdê-lo — acaba tentado a escorregar para os descaminhos da história. A achar que a solução dos próprios problemas está em desgraçar a vida de alguém. É a receita da guerra sem fim (Por Alon Feuerwerker, Correio Braziliense).

6. “A doutrina Obama”

Longe de "um novo capítulo na diplomacia norte-americana", o que Barack Obama apresentou em discurso no Departamento de Estado foi sua visão sobre as mudanças dos últimos meses no Oriente Médio e no norte da África, mas com promessas que ainda precisam superar o teste da realidade. O presidente foi, de fato, audacioso (ao menos na retórica). Prometeu que, no antigo dilema da política internacional entre a urgência dos interesses e a reafirmação de valores, a maior potência do planeta vai ater-se à segunda. "Depois de décadas aceitando o mundo como ele é na região, temos uma chance de perseguir o mundo como ele deveria ser", afirmou Obama. Depois, reconheceu que haverá tempos em que os interesses de curto prazo dos Estados Unidos não se alinharão perfeitamente com sua visão de longo prazo para a região. O errático processo de paz israelo-palestino atravessa um momento delicado. O Hamas, ainda pregando o fim do Estado judeu, chegou a um tênue acordo com o Fatah, que reflete muito mais a fragilidade de ambos do que uma agenda comum. Ao longo de décadas, todos os presidentes norte-americanos buscaram a paz no Oriente Médio, e todos falharam. Em sua defesa de um "Israel seguro" e uma "Palestina viável", Obama lança finalmente sua proposta, com foco em fronteiras e na segurança. Deixa para depois, contudo, a questão dos refugiados e de Jerusalém. Em suas próprias palavras, já se entrevê, é mais uma "oportunidade histórica" que pode esvair-se (Folha de S.Paulo – Editorial).

7. ''De olho na reeleição, Obama evitará choques com Israel''


Professor da Universidade de Maryland e pesquisador do Middle East Institute, de Washington, Paul Scham diz que a defesa explícita de um Estado palestino nas fronteiras pré-1967, feita pelo presidente Barack Obama, é "uma novidade" na diplomacia americana. Mas, sozinha, a posição de princípio não muda muita coisa. O presidente pode até querer um dia apostar no diálogo entre palestinos e israelenses, mas sabe que, a um ano e meio das eleições, não é este o momento certo para pressionar Israel, sob o risco de perder votos decisivos, disse ele em entrevista ao Estado (Por Roberto Simon, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Líder promete ajuda às iniciativas democráticas

8. Israel rejeita saída, e palestinos mostram ceticismo com fala

O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, rebateu a defesa feita pelo presidente dos EUA, Barack Obama, de deixar territórios palestinos ocupados desde 1967. Em comunicado emitido por seu gabinete, ele disse que espera que Obama reafirme os "compromissos" assumidos pelo governo dos Estados Unidos em 2004. "Entre outras coisas, esses compromissos significam que Israel não precisa recuar a linhas de 1967 que são indefensáveis e que deixariam grandes centros populacionais na Judeia e Samaria [Cisjordânia] além dessas linhas", disse. Entre os palestinos, que recentemente fecharam um acordo de reconciliação entre suas duas principais facções, Fatah e Hamas, as reações foram de desconfiança (Por Marcelo Ninio, Folha de S.Paulo). Leia mais em:
Abbas convoca reunião 'urgente' após discurso de Obama

9. 'Fronteiras pré-1967 são uma grande fantasia', diz jornalista israelense


O reconhecimento de um Estado palestino a ser criado nas fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967, não surpreendeu os israelenses - mas aborreceu. Para Arik Bender, repórter político do jornal israelense Maariv, o premier Benjamin Netanyahu, agora ameaçado politicamente, e o presidente americano, Barack Obama, vão certamente bater de frente quando se reencontrarem, nesta sexta-feira, em Washington. “A nova retórica americana põe o governo de Israel numa posição delicada internamente. Eu diria que antes do discurso em si, teremos um verdadeiro embate nos bastidores da Casa Branca entre Bibi (como Netanyahu é conhecido em Israel) e Obama. Tenho a impressão de que eles vão bater de frente, cabeça com cabeça. Numa análise imediata, Obama complicou a vida de Netanyahu. Obama sabe que esse tom duro e a referência direta às fronteiras de 1967 inviabilizam o funcionamento de todo e qualquer governo em Israel. Principalmente de um governo de direita”, avalia ele (Por Renata Malkes, O Globo).

10. Israel e Hamas rejeitam discurso de Obama


O discurso do presidente americano, Barack Obama, ganhou a rejeição de Israel e do Hamas, que consideraram as palavras dele infrutíferas para resolver o impasse no Oriente Médio. A Autoridade Nacional Palestina (ANP), por outro lado, aplaudiu a mensagem. No discurso em Washington, Obama se tornou o primeiro presidente americano a apoiar a criação de um Estado palestino de acordo com as fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967. Chamando os limites de 1967 de "indefensáveis", o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou o plano e disse que a proposta seria um desastre para o seu país. Para ele, ceder territórios colocaria em risco a segurança de seu país e deixaria a maioria dos assentamentos na Cisjordânia fora das fronteiras israelenses. Os dois líderes se reúnem hoje na Casa Branca. Do lado do Hamas se manifestou Sami Abu Zuhri, porta-voz da facção palestina. Segundo ele, o que Obama "tem que fazer é dar passos concretos para proteger os direitos do povo palestino". “A população da região não precisa de mais discursos de Obama. Ele reafirmou que apoia as políticas da ocupação (de Israel) e que rejeita qualquer critica a isso. Esperávamos muito mais”, disse Zuhri (O Globo). Leia mais em:
Hamas classifica discurso de Obama de "fracasso"

11. “Obama ‘torpedeia’ campanha de palestinos na ONU”


Ao declarar apoio à construção de um Estado palestino, o presidente americano, Barack Obama, "torpedeou" a iniciativa das lideranças palestinas de levar à Assembleia Geral da ONU, em setembro, a proposta de criação de um Estado palestino sem consulta a Israel. O Estado palestino impôs a Obama um dead line. Antes de setembro, ele tinha que se manifestar para evitar que a proposta palestina chegasse sem veto americano à ONU, fosse aprovada e criasse uma confusão. O líder americano defendeu a construção de um Estado palestino com base nas fronteiras de antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel anexou ao seu território parte da Cisjordânia e faixa de Gaza, além de Jerusalém Oriental e as colinas de Golã (reivindicadas pela Síria) (Por Clovis Rossi, Folha.com).

12. “Presidente não avança na complexa questão do conflito árabe-israelense”

Quando o discurso de presidente norte-americano satisfaz Israel e desagrada aos árabes é inevitável concluir que ele não está introduzindo nada de novo na complexa equação do conflito entre as partes. É o que aconteceu com o discurso de ontem do presidente Barack Obama, se a avaliação se limitar a esse aspecto e não ao conjunto da peça, que abarca todo o Grande Oriente Médio. Da satisfação do governo israelense diz bem a análise do colunista Aluf Benn, do jornal Haaretz: "O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu pode se sentir satisfeito enquanto voa para Washington nesta noite [de quinta-feira]: o presidente Barack Obama conferiu a Netanyahu uma grande vitória diplomática". Por que? Responde Benn: "Em troca de seu chamado para o estabelecimento de um Estado palestino baseado nas fronteiras de 1967, com troca de terras acordadas [entre palestinos e Israel], sem definir as dimensões dessas terras, Obama aceitou as demandas de Netanyahu de estritos arranjos de segurança e uma gradual e contínua retirada da Cisjordânia [um dos dois pedaços do território palestino, sendo o outro a faixa de Gaza]". O colunista israelense poderia ter acrescentado que, para maior alegria de Netanyahu, Obama praticamente vetou a declaração de um Estado palestino independente, sem consulta a Israel, proposta que as lideranças palestinas pretendiam levar à Assembleia Geral da ONU em setembro (Por Clovis Rossi, Folha de S.Paulo).

13. EUA estagnaram na questão palestina, afirma analista

O discurso de Barack Obama não trouxe avanço na posição dos EUA sobre a questão palestina. Seu trecho mais importante foi o que afirma que é política americana "apoiar as transições para a democracia" no Oriente Médio. Essa é a avaliação do pesquisador Parag Khanna, consultor eventual dos Departamentos de Estado e da Defesa dos EUA, que lança no Rio seu livro "Como Governar o Mundo" (editora Intrínseca). A menção à solução de dois Estados baseada nas fronteiras anteriores a 1967, segundo ele, apenas reafirma uma posição já conhecida de Obama - e que sempre foi a dos EUA (e da ONU) antes do governo George W. Bush (2001-2009). Haveria novidade, afirma, se o presidente tivesse estabelecido um cronograma para um acordo (Por Claudia Antunes, Folha de S.Paulo).

14. “Inventando novas razões para os EUA”


Depois de meses de luta na Casa Branca para conciliar os interesses com os valores americanos nos levantes árabes, Barack Obama se colocou ontem ao lado dos valores, comparando as revoltas na região com a Independência dos EUA e com o movimento pelos direitos civis. Mas, mesmo com Obama pedindo que a região abrace a autodeterminação como caminho para a paz e para a prosperidade, ele não deixou claro até onde os EUA iriam na adoção de medidas concretas condizentes com seu entusiasmo em apoiar a transformação de uma região caracterizada por repressão, pobreza, frustração e irritação. Se o modelo, como sugeriu o presidente, for a integração do Leste da Europa com o Ocidente, após a queda do comunismo, ele se esqueceu que não estamos em 1989. Na política mundial, como na vida, oportunidade é tudo. O Oriente Médio e os países do Norte da África, que passam hoje por diferentes estágios da revolução, atingem a democracia em uma época de orçamentos curtos nos EUA e de crise na Europa. O que foi oferecido ao Egito - abatimento de US$ 1 bilhão em dívidas e outro US$ 1 bilhão em empréstimos para projetos de infraestrutura - não é exatamente um Plano Marshall, como os egípcios deixaram claro em conversas privadas com Washington (Por David E. Sanger, The New York Times, em artigo em O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Obama diz que o futuro dos EUA está ligado ao Oriente Médio e ao Norte da África

15. “Limites na negociação”


Não era previsível que os Estados Unidos assumissem a defesa do Estado Palestino de acordo com as fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967. Vários países já haviam tomado essa posição, inclusive o Brasil, e essa atitude foi considerada uma maneira de encaminhar eventuais negociações a partir de uma reivindicação-chave da causa palestina, o que certamente limita a margem de manobra de Israel se e quando as negociações começarem. Era previsível, portanto, a reação do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que considerou a proposta de Barack Obama "indefensável", embora até mesmo analistas israelenses tenham encontrado nas palavras do presidente americano pontos favoráveis a Israel (Por Merval Pereira, O Globo).

16. Para Síria, discurso de Obama não apresenta novidades


O discurso do presidente americano Barack Obama sobre o Oriente Médio não trouxe nenhuma novidade e se limitou a reafirmar o apoio dos Estados Unidos a Israel, opinaram autoridades da Síria citadas pela agência oficial de notícias Sana. "O discurso do presidente americano não oferece nada novo em relação à política sobre o processo de paz, a situação no Iraque ou sobre a segurança e estabilidade regionais", afirmou a agência. O jornal oficial At Thawra criticou a "arrogância" de Obama, que em seu discurso "convidou" o presidente sírio Bashar al-Assad a "liderar a transição ou a sair do governo" (Correio Braziliense). Leia mais em:
Jordânia celebra discurso de Obama sobre Estado palestino
Governo da Líbia chama presidente dos EUA de 'delirante', diz Al-Jazeera

17. Ministro israelense propõe parceria para investimento em outros países


Acompanhado de uma delegação empresarial com representantes de cerca de 20 empresas, o ministro da Indústria, Comércio e Trabalho de Israel, Shalom Simhon, apresentou nos últimos cinco dias a autoridades do governo federal as possibilidades de acordos de cooperação, o interesse de empresas israelenses em investimentos ligados à Copa do Mundo de futebol de 2014 e à Olimpíada de 2016, e também a perspectiva de elevação das trocas bilaterais. A corrente de comércio entre os dois países no ano passado foi de US$ 1,35 bilhão, o que representa aumento de 46,6% em relação ao ano anterior, que encerrou com US$ 922,1 milhões. O aumento, na verdade, deve-se à base relativamente baixa de 2009. Em 2008 a corrente de comércio foi de US$ 1,6 bilhão. Ou seja, superior à do ano passado. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento (MDIC) (Por Marta Watanabe, Valor Econômico).

18. “Lars von Trier bye, bye”


De tanto querer fazer sensação no maior festival de cinema do mundo, Lars Von Trier terminou vítima do próprio exibicionismo. De nada adiantou ele ter divulgado nota, dizendo que não é racista (nem nazista) e desculpando-se pelo mal que suas declarações de quarta-feira possam ter causado. Rememorando o caso - durante a coletiva sobre o seu novo filme, o belo Melancolia (cujas qualidades passaram para segundo plano), ele disse que compreendia Hitler e, "mesmo que tenha feito coisas ruins, simpatizo com ele". Ontem pela manhã, a cúpula do festival reuniu-se em caráter de emergência e Lars Von Trier, depois de anos sendo o queridinho do presidente do evento, Gilles Jacob, virou persona non grata (Por Luiz Carlos Merten - O Estado de S.Paulo). Leia mais em:
Lars von Trier to Haaretz: My Danish sense of humor did me in
Danilo Gentili é temido por convidados de talk show
Cineasta condenado no Irã revela documentário proibido em Cannes

19. Programa para ressocializar presos na PB usa lema nazista


Um programa do governo da Paraíba para inserir presos no mercado de trabalho leva o nome do lema que era afixado na entrada de campos de concentração nazistas, que usavam mão de obra forçada de prisioneiros. Batizado de "O Trabalho Liberta" -- frase cuja tradução para o alemão é o lema nazista Arbeit Macht Frei--, o programa funciona desde 1996. Atualmente, 403 dos cerca de 8.000 presos da Paraíba são beneficiados. A maior parte deles cumpre pena no regime aberto e semiaberto e todos recebem um salário mínimo e têm parte da pena reduzida. Segundo a coordenadora do programa, Maria Enilda Cordeiro, o nome nunca foi alvo de reclamações. "É só coincidência. Os únicos que questionaram o nome são aqueles que estudaram [o filósofo Michel] Foucault, que diz que o trabalho não é o único mecanismo de ressocialização", afirma (PB Agora).

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At odds with Washington

Behind the scenes: Obama snubs Netanyahu

Obama and Netanyahu, Distrustful Allies, to Meet

Peace and Change

Netanyahu must look to the future if he really wants peace

Obama, Netanyahu to meet at White House following president’s challenge to Israel on peace


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