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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Newsletter Conib - 30-06-11

Conib destaca
Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
Por Celia Bensadon
Textos e manchetes da mídia nacional e estrangeira
Para informar nossos ativistas comunitários

1. Senado americano ameaça suspender ajuda a palestinos por voto na ONU


O Senado americano aprovou resolução advertindo os palestinos de que suspenderá a ajuda econômica, se a Autoridade Palestina (AP) insistir em levar adiante seus planos de propor o reconhecimento de seu Estado na assembléia-geral da ONU, em setembro. A resolução foi apresentada pelo senador democrata Ben Cardin e aprovada por unanimidade. Mas o líder palestino Nimer Hammad, assessor do presidente Mahmud Abbas, disse que a ameaça do senado americano não deterá os palestinos em sua determinação de buscar o reconhecimento de seu Estado na ONU (Aurora). Leia mais em:
U.S. Senate: Palestinians risking aid by seeking statehood vote
 

2. Israel derruba assentamento na Cisjordânia, diz polícia


Militares israelenses demoliram o assentamento de Ramat Migron, na Cisjordânia, o que causou confrontos com jovens e duas prisões, disse uma porta-voz da polícia. "Forças israelenses demoliram hoje (ontem) cinco estruturas temporárias de moradia e duas tendas erguidas em Ramat Migron", disse a porta-voz Luba Samri. "Durante a operação, duas jovens foram presas por jogar uma lata de tinta na polícia de um telhado. As duas jovens se recusaram a se identificar. Elas estavam em área que havia sido declarada zona militar e fechada”, disse. Ramat Migron é um assentamento estabelecido sem qualquer permissão do governo israelense e já foi demolido várias vezes desde 2009. Ele fica a algumas centenas de metros de Migron, alvo de uma batalha legal por várias construções erguidas em terras privadas de palestinos. O ministro da Defesa, Ehud Barak, já ordenou a destruição dessas construções (Agência Estado).

3. Irã e Síria são principais apoios do terrorismo, dizem EUA


Irã e Síria são os "principais apoios do terrorismo", denunciou John Brennan, o principal assessor sobre terrorismo do presidente americano, Barack Obama, durante a apresentação da nova estratégia americana contra o terror. "Por esta razão vamos seguir utilizando todas as ferramentas de nossa política exterior para evitar que estes regimes e organizações ameacem nossa segurança nacional", afimou Brennan em conferência na Universidade Johns Hopkins. Segundo afirmou, tanto o Irã como a Síria apoiam o movimento xiita libanês Hezbollah, grupo que os Estados Unidos qualificam de terrorista. Os Estados Unidos e a comunidade internacional acusam o Irã de tentar produzir armas atômicas sob o disfarce de um programa nuclear civil, o que Teerã sempre desmentiu (AFP).

4. EUA impõem novas sanções contra a Síria e o Irã


O governo americano impôs novas sanções contra a Síria e o Irã por violações de direitos humanos. O Departamento do Tesouro americano congelou bens e proibiu relações comerciais com quatro divisões das forças de segurança sírias e condenou ainda o governo iraniano pela suposta colaboração com o regime sírio. No entanto, analistas indicam que as punições têm um valor muito mais simbólico do que prático, já que é muito difícil que as forças de segurança da Síria mantenham bens sob jurisdição dos EUA. "As ações de hoje (ontem) se somam aos esforços do governo (dos EUA) para pressionar (o presidente sírio Bashar) Al Assad e seu regime a acabar com o uso da perversa violência", disse David Cohen, subsecretário-interino do Tesouro para assuntos de terrorismo e inteligência financeira. Mark Toner, porta-voz do Departamento de Estado, disse que as sanções "também limitam a capacidade de outras companhias e investidores internacionais de fazer negócios com eles” (Folha.com). Leia mais em:
Irã faz testes secretos de mísseis com capacidade nuclear, diz Londres
Britain Accuses Iran of Secretly Testing Nuclear-Capable Missiles

5. Arábia Saudita ameaça adotar programa nuclear


A guerra fria travada pelos governos de Teerã e Riad registrou uma escalada pública quando o príncipe Al-Faisal, ex-embaixador saudita em Washington, advertiu oficiais da Otan sobre a possibilidade de a Arábia Saudita desenvolver seu próprio programa nuclear caso o vizinho - e rival - Irã obtenha armas de destruição em massa. De acordo com Al-Faisal, diante do cenário de um Irã nuclear, o governo de Riad seria "obrigado a buscar políticas que poderiam provocar consequências dramáticas e desconhecidas" no Oriente Médio. Sem detalhar o tipo de política a ser adotado, o comentário foi esclarecido por altas fontes diplomáticas ligadas à monarquia dos al-Saud. “Nós não podemos viver uma situação na qual o Irã tem armas nucleares e nós não. É simples assim. Se o Irã desenvolver armas nucleares isso será inaceitável para nós, teremos que seguir adiante”, advertiu a fonte ao diário britânico The Guardian (O Globo).

6. Tribunal especial da ONU para o Líbano indicia quatro do Hezbollah por morte de Hariri


O indiciamento de quatro suspeitos de envolvimento no assassinato do ex-primeiro-ministro do Líbano Rafik al-Hariri, em 2005, foi recebido por seu filho como um "momento histórico". O também ex-premier Saad al-Hariri teve seu governo derrubado este ano pela retirada do movimento islâmico xiita Hezbollah, que deixou a coalizão em protesto contra a atuação do tribunal especial da ONU que investiga a morte de seu pai. Agora, Saad cobra que o novo governo do premier Najib Mikati - que é apoiado pelo movimento xiita - coopere com o tribunal. O promotor libanês Saeed Mirza não divulgou o conteúdo dos indiciamentos, mas de acordo com o jornal local Daily Star os quatro são membros do Hezbollah, identificados como Mustafa Badreddine, Salim al-Ayyash, Hasan Aineysseh and Asad Sabra. Eles teriam realizado o ataque que provocou a morte de Hariri. Os mandantes do crime ainda devem ser indiciados em nova lista a ser divulgada (O Globo). Leia mais em:
Sa'ad Hariri: Issuing of indictments a 'historic moment'

7. “Presidente iraniano promete defender seu governo após prisões ordenadas”


O novo capítulo do imbróglio político envolvendo o presidente Mahmoud Ahmadinejad e o aiatolá Ali Khamenei teve como estopim a prisão de várias pessoas ligadas ao chefe de gabinete da presidência do Irã, Esfandiar Rahim Mashaeie. Os assessores foram acusados de corrupção, crimes financeiros e bruxaria. O regime dos aiatolás exigiu a cabeça de Mashaie, considerado liberal e nacionalista ao extremo, mas o presidente se negou a demiti-lo. “Mais de 30 autoridades do grupo de Ahmadinejad estão na prisão, por terem discordado de Ali Khamenei”, afirmou o advogado iraniano Mostafaei Mohammed, que defendeu a viúva Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento — a pena foi comutada para cinco anos de prisão. “Pela Constituição, Ahmadinejad pode mudar seu gabinete. Ele quis fazê-lo, ao demitir Heydar Moslehi (ministro da Inteligência), mas o aiatolá não aceitou”, emendou. Mostafaei acredita que se o presidente não obedecer o líder supremo, ficará em apuros. O presidente Ahmadinejad ignorou as leis, ergueu-se ontem contra os ultraconservadores e chegou a citar o guia supremo da nação, ao repudiar as recentes detenções de integrantes do governo e de seu próprio gabinete. “Espero que a reputação das pessoas seja protegida, em particular a dos membros do governo que trabalham 24 horas por dia e não têm tempo para se defender”, declarou (Por Rodrigo Craveiro, Correio Braziliense). Leia mais em:
Ahmadinejad reclama de prisão de aliados por radicais

8. “Por uma oposição unida na Síria”


Dezenas de personalidades da oposição reuniram-se em Damasco, na segunda-feira, pela primeira vez desde o início da revolta contra o governo. A reunião oficialmente sancionada destacou as mudanças que a rebelião provocou na Síria e os desafios que existem pela frente para quebrar o ciclo de protestos e repressões que deixaram centenas de mortos.  A reunião foi significativa, principalmente por ser um fato raro - uma manifestação pública de dissensão em um país que há muito tempo confunde oposição com traição. No entanto, também tratou das questões mais prementes na Síria: a possibilidade de uma oposição viável, mas fraca, eliminar conflitos antigos, a possibilidade de o governo adotar um diálogo real e a busca de uma alternativa ao presidente Bashar Assad. A reunião não apresentou respostas, mas, em todos os discursos, os participantes insistiram que a revolta, iniciada há três meses, só se encerrará se Assad desistir do poder absoluto (Por Anthony Shadid, The New York Times, em artigo em O Estado de S.Paulo).

9. França admite ter lançado na Líbia 40 toneladas de armas para rebeldes


O governo da França confirmou que lançou de aviões cerca de 40 toneladas de armas para os rebeldes que lutam contra o regime de Muammar Gaddafi na Líbia. Segundo o Ministério da Defesa francês, os aviões lançaram no começo de junho, com paraquedas, armamentos leves e munição nas montanhas Nafusa, a sudoeste da capital líbia, Trípoli. Também teriam sido enviados aos rebeldes alguns tanques leves por via terrestre, através da fronteira líbia com a Tunísia. Um porta-voz militar francês, coronel Thierry Burkhard, afirmou à agência de notícias AFP que no início eram lançados apenas suprimentos médicos, alimentos e água. Porém, com a piora da situação dos civis em meio ao conflito, foi tomada a decisão de lançar também as armas. O jornal francês Le Figaro informou que entre os armamentos enviados estão lança-foguetes e mísseis antitanques. O jornal ainda relata que o governo francês não informou seus aliados na Otan, que também fazem ataques na Líbia, sobre a medida (BBC Brasil). Leia mais em:
Depósito de armas de rebeldes na Líbia pega fogo

10. Obama defende missão na Líbia e pede saída de Gaddafi, 'um dos piores tiranos do mundo'


Apesar do discurso mais focado em economia, o presidente Barack Obama teve ontem na Casa Branca, mais uma oportunidade de justificar aos americanos o papel dos Estados Unidos na Líbia - e foi incisivo em sua defesa. Em entrevista coletiva após falar à nação, afirmou que, ao contrário do que é dito no Congresso, a ação dos EUA está dentro dos parâmetros legais americanos e reforçou a pressão para a renúncia do ditador Muammar Gaddafi, em suas palavras "um dos piores tiranos do mundo". “Estamos realizando uma ação limitada de modo exemplar - afirmou Obama, para quem os deputados e senadores da oposição estão tentando capitalizar a situação com objetivos pessoais. Muito desse alvoroço é político”. Obama se referiu à operação da Otan como uma "ajuda ao povo líbio", que precisa de uma "chance justa para viver sem medo" (O Globo).

11. Egito reprime atos de homenagem à revolução com furor

Cerca de mil pessoas ficaram feridas em confrontos entre manifestantes e policiais no Cairo, nos mais graves incidentes no Egito desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em fevereiro. Os distúrbios começaram na noite de terça, durante cerimônia em homenagem aos mortos pela repressão durante a Primavera Árabe. Revoltados por terem sido barrados, parentes de vítimas enfrentaram a polícia, que reagiu com gás lacrimogêneo e golpes de cassetete. Os protestos se espalharam pela cidade e milhares de pessoas foram à praça Tahrir, que há cinco meses foi o epicentro da revolta contra Mubarak. A polícia de choque cercou a praça para conter os protestos, mas não evitou a repetição das cenas de guerra na praça Tahrir do início do ano (Por Marcelo Ninio, Folha de S.Paulo).

12. Programa de computador busca autores da Bíblia e aponta diferentes estilos nos textos sagrados


Um programa de computador desenvolvido por uma equipe israelense está jogando nova luz sobre o que os especialistas acreditam ser os múltiplos autores da Bíblia. O software usa, pela primeira vez, elementos de inteligência artificial para analisar o estilo e a escolha de palavras de forma a determinar as partes do texto escritas por diferentes vozes narrativas. Embora tenha variadas aplicações potenciais, o Livro Sagrado acabou tornando-se um tentador caso de teste para os criadores do programa. Para milhões de judeus e cristãos, a crença de que Deus é o autor dos textos no núcleo do Antigo Testamento - conhecidos como a Bíblia Judaica, Torá, Pentateuco ou os Cinco Livros de Moisés - está na base de sua fé. Mas desde o advento dos modernos estudos bíblicos, os acadêmicos acreditam que eles foram escritos por vários autores diferentes que podem ser distinguidos pelas suas inclinações ideológicas, estilos linguísticos e nomes que usam para se referirem a Deus (O Globo).

13. Exposição sobre Anne Frank em Portugal


O Instituto Português da Juventude (IPJ) vai levar a Faro a exposição “Anne Frank: uma história atual” entre os dias 4 a 27 de julho, numa parceria com o projeto “Direitos Humanos: Passado e Presente”, da associação internacional Intercultural Projects and Research. A mostra, que já visitou mais de 150 cidades em todo mundo, tem como objetivo levar um pouco da história a quem não teve a oportunidade de visitar o Museu Anne Frank, em Amsterdã. Utilizando 34 painéis explicativos, a exposição conta a história de Anne Frank através de um paralelo entre a história da II Guerra Mundial e do Holocausto e a vida pessoal de Anne Frank. Também constam da mostra mais de 200 fotos do arquivo da família Frank, assim como páginas do famoso “Diário de Anne Frank” (Diário Online).

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